Ecumenismo religioso: uma armadilha de Satanás
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Regis Danese, Damares, Pe. Marcelo Rossi e Pe... por Subversivos
Houve um tempo em que o ecumenismo
religioso era considerado um grande perigo para as igrejas cristãs.
Pastores verberavam contra ele. E qualquer comunhão ecumênica entre
evangélicos, católicos romanos e espíritas era inimaginável. Mas os
tempos mudaram. Hoje, o relacionamento entre padres galãs e celebridades
gospel é tão bom que estas até fornecem suas composições àqueles. Certa
cantora gospel, inclusive, fez uma canção dedicada a Maria. Juntos,
romanistas e evangélicos participam de shows ecumênicos e programas de
auditório. “O que nos une é muito maior do que o que nos divide”,
argumentam.
O ecumenismo — gr. oikoumenikós, “aberto
para o mundo inteiro” — prega a tolerância à diversidade religiosa e a
oposição a quem defende uma verdade exclusiva. Trata-se de uma armadilha
de Satanás, com o objetivo de calar os pregadores da Palavra de Deus.
Ele se baseia no princípio “democrático” de que cada pessoa possui a sua
verdade. Mas o Senhor asseverou que não existe unidade motivada pelo
amor divorciada da verdade da Palavra: “Se me amardes, guardareis os
meus mandamentos. [...] Se alguém me ama, guardará a minha palavra” (Jo
14.15-24).
Causa estranheza o fato de uma parte do
evangelicalismo moderno considerar o ecumenismo religioso biblicamente
aceitável. Já ouço pastores dizendo: “A doutrina bíblica divide. É o
amor que nos une. A igreja deve ser inclusiva”. A despeito de o Senhor
Jesus ter afirmado: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida” (Jo 14.6),
está crescendo no meio evangélico a simpatia pelo movimento ecumênico.
Nos Estados Unidos, pastores renomados deixaram de falar de Jesus com
clareza. Pregam sobre Deus de maneira generalizante, a fim de não
ofenderem romanistas, muçulmanos, budistas etc. E, no Brasil, alguns
acontecimentos têm preocupado aqueles que ainda preservam a sã doutrina.
Recentemente, um conhecido pastor
realizou — dentro de um templo evangélico! — um culto ecumênico
juntamente com a liderança da Igreja da Unificação, do “reverendo”
coreano Sun Myung Moon. “Qual é o problema de um pastor de renome ter
amizade com o líder de uma seita? Afinal, todos devem se unir pela paz
mundial”, alguém poderá dizer. Não devemos, de fato, odiar o “reverendo”
Moon. Mas, como ter comunhão com alguém que, de modo blasfemo, desdenha
do sangue derramado pelo Cordeiro de Deus, considerando-o insuficiente
para nos purificar de todo o pecado? Moon também se considera um novo
Messias que precisou vir ao mundo para concluir a obra que o Senhor não
conseguiu realizar. Que blasfêmia! A Palavra de Deus não aprova esse
tipo de aliança (2Co 6.14-18).
Outro exemplo de ecumenismo religioso é o
envolvimento de pastores com o unicismo, uma seita que diz ter a “voz
da verdade” e vem tendo livre acesso, através de suas celebridades, às
igrejas evangélicas. O pentecostalismo da unicidade é herético, visto
que se opõe à doutrina da Trindade, a base das principais doutrinas
cristãs. Quem se opõe à tripessoalidade divina (confundindo-a com o
triteísmo) nega não apenas a teologia, mas também a própria Bíblia (Gn
1.26 e Jo 14.23), o cristianismo (Mt 28.19 e 2Co 13.13), a deidade do
Espírito Santo (Jo 14.16-17 e 16.7-10), a clara distinção entre o Pai e o
Filho (Jo 5.19-47 e 14.1-16) e o plano da redenção da humanidade (Jo
3.16 e 17.4-5). Atentemos para a verdadeira voz da verdade, a do Bom
Pastor: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz” (Jo 10.17).
Pastores e cantores, por falta de
vigilância ou movidos por interesses pessoais, estão se prendendo a
jugos desiguais com os infiéis, deixando-se enganar pelo ecumenismo
religioso. A maior emissora de televisão do Brasil — que sempre
estereotipou e ridicularizou os evangélicos — descobriu que nem todos os
cristãos são “extremistas” e “fanáticos”. Há um grupo de celebridades
gospel que não tem coragem de dizer clara e objetivamente que o Senhor
Jesus é o único Mediador entre Deus e os homens (1Tm 2.5 e At 4.12).
Em um programa dominical, certa
“pastora” resolveu tripudiar sobre os seus “inimigos”, rodopiando com
baianas e cantando com sambistas no ritmo das religiões
afro-brasileiras. Enquanto ela dançava, a apresentadora, seus convidados
e a plateia riam sem parar, numa grande celebração. Que tipo de
evangelho “agradável” e “inclusivo” é esse? Lembrei-me imediatamente do
que o Senhor Jesus disse, em Mateus 5.11-12: “Bem-aventurados sois vós,
quando vos injuriarem e perseguirem, e mentindo, disserem todo o mal
contra vós por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o
vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas por minha
causa”.
Há poucos dias, uma conhecida cantora
gospel admitiu, de modo tácito, que o sincretismo religioso é aceitável.
Ao concordar com a seguinte frase, dita por um famoso apresentador: “O
Caldeirão é uma mistura de religiões”, ela respondeu: “Tem espaço pra
todo mundo”. E o pior: depois, escreveu nas redes sociais que se sentiu
como Paulo no Areópago… Ora, esse apóstolo não pregou a convivência
ecumênica nem apresentou uma mensagem que os atenienses queriam ouvir.
Ele disse o que todos precisavam ouvir. Ao chegar a Atenas, “o seu
espírito se comovia em si mesmo, vendo a cidade tão entregue à
idolatria” (At 17.16). Já a aludida celebridade, deslumbrada, estava
sorridente e saltitante.
Tenho visto muitos incautos felizes pelo
fato de celebridades gospel estarem aparecendo na televisão. Mas não
nos iludamos, pois a porta não foi aberta para o Evangelho. O que
existe, na verdade, é um projeto ecumênico em andamento, o qual visa a
enfraquecer a pregação de que o Senhor Jesus é o único Salvador. Tais
celebridades — certamente, orientadas a não falar claramente da salvação
em Cristo — têm empregado bordões antropocêntricos, que massageiam o
ego das pessoas. Elas não têm a coragem de confrontar o pecado. E
apresentam um evangelho light, agradável, apaziguador, simpático, suave,
aberto ao ecumenismo.
O que está escrito em 1Coríntios 16.9?
“Porque uma porta grande e eficaz se me abriu, e há muitos adversários”.
Quando Deus verdadeiramente abre-nos a porta da pregação do Evangelho,
como a abriu para o apóstolo Paulo, os adversários — Satanás, os
demônios e todos os seus emissários — se voltam contra nós. Mas a mídia
está aplaudindo de pé esse “outro evangelho” aberto à convivência
ecumênica. Preguemos, pois, como Paulo, nesse mundo, que é um grande
caldeirão religioso: “Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância,
anuncia agora a todos os homens, em todo lugar, que se arrependam” (At
17.30).
Ciro Sanches Zibordi
Comentário de Wáldson: É lamentável o rumo que os cantores do 'gospel' estão tomando. Neste vídeo estão dois evangélicos, compartilhando o mesmo espaço e a mesma música com dois padres católicos romanos, lembrando que um deles, o Marcelo Rossi, é um dos maiores líderes da Renovação Carismática Católica, que tenta imitar os evangélicos. Juntos estão os evangélicos em nome de uma 'mesma fé', afinal de contas, "O Senhor não é o mesmo?" "Não é muito maior o que nos une do que o que nos distancia?"
Essa união forma uma parceria única e demonstra o quanto a midia(leia-se Rede Globo), com a ajuda de alguns líderes evangélicos, conseguiram fazer: ajuntar os extremos e fazer deles um. Acaso não é isso o que a Igreja Romana sempre pregou e quis? Não é exatamente isso que a Igreja Romana sempre disse querer fazer, ou seja, ajuntar os 'filhos desviados' da 'Santa Igreja Romana'?
Isso me envergonha. Isso não é vitória, é derrota. Isso não merece aplauso, merece lamentação. Sou contrário a essa 'aliança' que está sendo feita e costurada vergonhosamente pelos líderes evangélicos junto com líderanças Católicas Romanas.
Esses 'astros gospeis', perderam comigo seu crédito. O pouco que tinham, perderam.
A fama, fez com eles perdessem o rumo do limite que se deve haver entre nós, protestantes e Católicos Romanos.
Na verdade o interesse está mesmo na fama, no dinheiro e na tietagem. Homens adorando homens.
Posto abaixo dois comentários muito coerentes, de leitores que, insatisfeitos como eu, resolveram exspor o que acham dessa palhaça gospel:
"não podia ver isso sem comentar! lembrando que damares é assembleiana e
dentro do estatuto é proibido qualquer união ecumenica de seus membros.
ou seja participar de eventos, ou coisa parecida, fico imaginando o que o
pastor presidente da igreja dela falara a respeito". Alderí Fernandes.
(Eu, já sei a resposta: Nada. Ficará assim mesmo)
"ps, na minha versão da Bíblia Sagrada consta do Salmo 133.1 que é bom e
suave que os IRMÃOS (e não todas as pessoas) vivam em união.
E se na Bíblia consta essa direção para que os IRMÃOS vivam unidos, deve ser por que muito provavelmente eles viviam apartados, cada qual ou cada grupo com suas doutrinas; daí o desejo do Senhor para haja união entre os IRMÃOS.
Ainda, a condição "sine qua non" para que existam irmãos, é que esses descendam do mesmo Pai, através de Jesus Cristo. Essa condição o catolicismo não satisfaz, logo seus membros ainda não são meus irmãos, mas poderão ser". Antonio Marcos Penna Borge.
E se na Bíblia consta essa direção para que os IRMÃOS vivam unidos, deve ser por que muito provavelmente eles viviam apartados, cada qual ou cada grupo com suas doutrinas; daí o desejo do Senhor para haja união entre os IRMÃOS.
Ainda, a condição "sine qua non" para que existam irmãos, é que esses descendam do mesmo Pai, através de Jesus Cristo. Essa condição o catolicismo não satisfaz, logo seus membros ainda não são meus irmãos, mas poderão ser". Antonio Marcos Penna Borge.
Abraço a todos inconformados.
Vivam vencendo!!!
Seu irmão menor.
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