10 maio 2011

Continuamos com nosso estudo sobre O Catolicismo Romano e a Bíblia




O Vaticano em seus Concílios Altera as Doutrinas Cristãs 
As alterações doutrinárias Cristãs criaram dogmas que são indiscutíveis na Igreja Católica impedindo os próprios padres de raciocinar, examinar e decidir entre o certo e o errado. Verifica-se que o catolicismo Romano é uma maquiação ardilosa contra a inteligência e a liberdade! (Alberdeem Gladestone).

Muitos dogmas são baseados em lendas e suposições, outros estão impregnados de crendices que rebaixam o nível do Cristianismo; quase todos foram criados com fins lucrativos, outros dogmas conferem ao clero certa autoridade e influência até que a sociedade seja esclarecida... Sempre houve, mesmo antes da reforma, lideres e Igrejas não Católica perseguidas pelos papa, Entre eles os Petrobusianos, os Albigenses, os Valdenses, e os ANABATISTAS. Mais tarde chamados de Batistas.

EIS ALGUMAS ALTERAÇÕES ESTRANHAS AS SAGRADAS ESCRITURAS:

Ano 304, Os bispos começaram a serem chamados de papa;
Ano 310, iniciam as rezas pelos mortos;
Ano 320, Começam usar velas nas igrejas pela primeira vez;
Ano 325, Constantino celebra o primeiro Concílio das Igrejas;
Ano 381, A Igreja Cristã recebe o nome de Católica;
Ano 394, O culto Cristão é substituído pela missa;
Ano 416, Começam a batizar crianças recém nascidas;
Ano 431, Instituído o culto à Maria, mãe de Jesus;
Ano 503, O purgatório começa a existir, 
Ano 787, Começaram com o culto às imagens;
Ano 830, Começam a usar ramos e água benta;
Ano 933, Instituída a Canonização de “santos”;
Ano 1074, Introduzido o Celibato no Vaticano;
Ano 1184, Inquisição. Efetivada anos depois;
Ano 1190, Instituem a venda de indulgência;
Ano 1200, A hóstia substitui a Ceia;
Ano 1208, Começaram levantar a Hóstia para ser adorada;
Ano 1215, Decretada a transubstanciação;
Ano 1216, Instituída a Confissão;
Ano 1414, Decretaram negar o vinho na Ceia aos fiéis;
Ano 1476, Algumas missas começaram ser pagas;
Ano 1546, foram colocados os livros apócrifos na Bíblia;
Ano 1854, instituído o dogma da imaculada Conceição;
Ano 1870, Infalibilidade papal;
Ano 1950, foi estabelecida a assunção de Maria.

O Catolicismo desvia a Igreja dos evangelhos, enquanto as Igrejas Cristãs originais seguem com base na Bíblia.

Devido essas alterações a Igreja Católica deixou de ser legítima e dividiu a Cristandade. No ano 869 a Igreja Ortodoxa separou-se de Roma recusando submissão ao papa e dizendo que a infalibilidade é a “blasfêmia que coroou o papado”.
Em 1517 o Monge Lutero encontrou a Bíblia, inspirou-se nas palavras do apóstolo Paulo em Romanos 1:17, onde diz: “O justo viverá da fé”. Raciocinou que a Salvação nos é dada pela fé em Cristo e não pelos ritos, sacramentos e penitências receitados pelo catolicismo.

- A palavra “protestante”,apareceu quando Clemente VII, 1529 tentou impedir que o Evangelho fosse pregado em alguns estados da Alemanha.
Os Cristãos não católicos fizeram um protesto contra essa pretensão do papa e receberam o nome de PROTESTANTES, aplicado hoje a todos os evangélicos.
Padres sinceros e católicos devem influir sobre a igreja para que seja mais bíblica e menos idólatra e fetichista.
A Igreja Antes e Depois do Século IV 
Em sucessivos Concílios depois do século IV os papas sancionaram muitos dogmas que modificaram o Cristianismo na sua essência.
_ A Igreja Primitiva desconhecia a Missa o Purgatório, o Celibato, a Transubstanciação, a infalibilidade papal, o Culto à Maria, a veneração de imagens, o uso de velas, a água benta etc.
- Viveram nos quatros primeiros séculos do Cristianismo, Cristãos veneráveis, foram verdadeiros pais da Igreja que guardaram a fé que ouviram dos apóstolos.

- Anote as datas em que viveram, todos antes do século V.
Lino Viveu no ano 65; Ceto em 69; Clemente no ano 95; Justino ano 100; Inácio ano 110; Higino no ano 139; Papias no ano 140; Policarpo ano 155; Santo Irineu viveu por volta do ano 180; Orígenes em 220; Urbano no ano 223; Cipriano, bispo de Cartago era do ano 247; São Vicente no ano 310; São Silvestre em 314; João Crisostomo, famoso Cristão, no ano 350; São Genaro, desconhecia também os dogmas católicos de hoje. Viveu em 384; Ambrósio e São Sebastião foram do ano 397; Santo Agostinho, bispo de Hipona, viveu por volta do ano 420; Todos esses Cristãos primitivos e milhares de outros não foram católicos! Desconheciam os dogmas que vieram depois.

A maioria dos dogmas, foram infiltrados dentro da igreja após a morte desses cristãos primitivos.

O Estado do Vaticano e a Igreja Católica para serem honestos deveriam informar, inclusive nos calendários que os Cristãos primitivos que festejam não foram católicos Romanos, pois nada souberam do festival de dogmas que criaram. Se aqueles santos estivessem hoje entre nós fariam por certo outras opções religiosas; jamais o catolicismo Romano.
O Confronto Bíblia X Catolicismo Romano 
Nos primeiros séculos a Igreja lutou contra os Concílios dos papas, mantendo as doutrinas Cristãs originais. São Cipriano bispo de Cartago, anos 249-258 alertava. “NÃO RECEBO OPINIÕES DIFERENTE DAS SAGRADAS ESCRITURAS, SEJA DE QUEM FOR”, São Jerônimo, anos 340-420 dizia o mesmo: “Se estiver escrito recebemo-lo, se não estiver escrito não receberemos, o que eles apresentam como tradição a Palavra de Deus o vergasta. (veja Adv. Creseon, pág. 40 e In. Agg. Proph. Cap. 1 número 2)
- Foi contrariando homens como esses que a Igreja Católica perdeu sua legitimidade. O papa Pio IX, 1846-74 definia a aversão do catolicismo contra a Bíblia dizendo: “A leitura da Bíblia é um veneno”, mais tarde em 1864 confirmou: “A propaganda da Bíblia é uma peste”( Sill. 8.12.64).
Eis Alguns pontos do confronto Bíblia X catolicismo Romano:
a)    Adoração. O primeiro mandamento bíblico prescreve: “Eu sou o Senhor teu Deus! Não farás para ti imagens de escultura nem semelhança do que há em cima nos Céus... Não te curvarás a elas, nem as servirás”. (Êxodo 20, João 5:21).
- No catolicismo, no entanto as imagens tem prioridade por serem os esteios da igreja. No rosário há 166 contas sendo 150 para as “Ave Maria” e 16 apenas para os “Padre Nosso”.
- Os ídolos do paganismo e as estatuetas da igreja Católica são formas de doutrinas que se confrontam com a Bíblia.
- Cristo ensinou a adoração perfeita com estas palavras” Deus é Espírito, os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em Espírito e em verdade porque o Pai procura tais que assim o adorem”(João 4:23).
- Adorar em Espírito é usar a mente e o coração em direção a Deus, sem fitar imagens de escultura que anulam a adoração.

2. Mediação. O Novo Testamento diz: “Só há um Mediador entre Deus e os Homens, Jesus Cristo”. E Pedro confirmou: “Debaixo do Céu não há outro nome pelo qual devemos ser salvos”(I Timóteo 2:5 e Atos 4:12).
- Na Igreja de Roma, no entanto, Maria, mãe de Jesus é “Medianeira”, até bispos e padres se fazem de mediadores e perdoadores de pecados como se fosse possível substituir Cristo em Suas atribuições. Agem como impostores...

3. Eternidade e Salvação. O novo Testamento em vários textos refere-se à certeza da Salvação para os que crêem nos Evangelhos: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa... Quem crer no Filho de Deus tem a Vida Eterna... Quem crer e for batizado será salvo etc”. 
- Apesar dessas palavras de Cristo, Dom Helder Câmara entrevistado pela revista Veja número 867, disse que “não tinha certeza de sua própria Salvação!” Se um bispo está nessa situação espiritual! Que dizer de um católico comum?
- Bispos e Padres, quando faleceu Tancredo Neves proclamaram que “Os anjos levaram a alma de Tancredo Neves para os braços de Deus” o que foi confortador! Uma semana depois a Igreja deu marcha-ré ordenando Missas pela alma de Tancredo nas “chamas do purgatório”. 
- Afinal! Dr. Tancredo Neves está nos “braços de  Deus”ou nas “chamas do purgatório”? O catolicismo é dúbio, atravanca o Caminho da Salvação com ritos e finalmente joga as almas no inexistente purgatório visando proventos.
4. Limbo e purgatório, são lugares intermediários para onde vão as almas, esses lugares não existem, mas são lucrativos e a Igreja não os dispensa.
A Igreja foi hábil quando “criou “o purgatório prescrevendo que nesse lugar os “mortos se comunicavam com os vivos” através das Missas”.
É ai que a Igreja entra com seu serviço!
O Limbo é mais complicado, obriga as almas das crianças que morreram sem batismo, mas pode receber almas especiais que não vão para aquele tormento.
Todos esses arranjos do catolicismo têm fins lucrativos, não está nos evangelhos e não resistem a nenhum análise.
OS APETRECHOS DO CATOLICISMO ROMANO
- Desde que a Bíblia foi editada em forma de livro por Gutemberg nos anos de 1400-1468, a Igreja Romana se posicionou contra as Escrituras Sagradas.
O papa Pio IX, anos 1846-74, já havia definido essa aversão dizendo; “A leitura da Bíblia é um veneno” (Sill. 8.12.64).
- O que mais perturba o Romanismo é o conhecimento correto dos Dez Mandamentos que a Igreja havia ocultado por séculos e a condenação bíblica da idolatria, fetichismo e superstição tão inerentes ao Catolicismo.
- Os que se aprofundam no estudo das Escrituras descobrem que o Catolicismo Romano é um sistema descrito na Bíblia de maneira figurada como “UMA MULHER EMBRIAGADA COM O SANGUE DOS SANTOS E DAS TESTEMUNHAS DE JESUS”, devido às perseguições e a inquisição cometidas contra os Cristãos não católicos (ver Apoc. Cap.18).
Como A Bíblia serviu de conforto aos mártires evangélicos que morriam pela sua fé, amavam o livro Sagrado. Foi um período muito difícil na história.
A Ceia do Senhor e a Missa (1) 
A PALAVRA “MISSA” que substituiu o culto Cristão original foi introduzida na Igreja pelo Catolicismo no ano 394 e significa entre outras coisas “mistério”. O Concílio de Trento ameaçou que “se alguém negar que aquilo que se oferece na missa não é CISTO PARA SER COMIDO seja excomungado”(Trd. XXII).

A Ceia do Senhor que era simples como se vê no quadro “A última Ceia de Leonardo da Vinci foi celebrada dessa forma por dose séculos, mas no ano 1200 substituíram o pão pela hóstia e no Concílio de Constança, ano 1414, resolveram negar o vinho aos fiéis; essa decisão foi sancionada pelo papa João XXIII, papa devasso, violador de moças virgens, mulheres casadas e freiras.
- A Ceia do Senhor sofreu nova agressão no Concílio de Roma, anos 1215-16, quando isolaram do contexto as palavras figuradas de Cristo”isto é meu corpo e isto é meu sangue”fizeram uma péssima exegese estabelecendo a TRANSUBSTANCIAÇÃO ( transformação dos elementos da Ceia em “presença real”).
- Até o século XII nenhum Cristão aceitava que a farinha se transformasse em “Cristos”.
Coube ao Concílio de Trento, ano 1551, dar o golpe final contra a Ceia do Senhor aprovando e definindo a crendice da transubstanciação.
- A partir desse Concílio qualquer padre com um passe de mágica “transforma” o trigo e a água em carne, ossos, sangue nervos e cabelos de Cristo, tudo dentro de uma hóstia. O Papa Pio IX gloriava-se com o dogma proclamando no seu pontificado: “Não somos simples mortais, somos superiores à Maria, ela deu a luz a um Cristo, mas nós podemos fazer quantos CRISTOS quisermos; nós os padres criamos o próprio Deus” (Ver Gazeta da Alemanha número 21 de 1870).

Conheça as Façanhas do papa Inocêncio III que decretou esse dogma:
1-    Condenou a “CRTA MAGNA” e disse que “O céu e a terra se submetem ao Vigário de Cristo”.
2-    Organizou duas cruzadas guerreiras;
3-    Instituiu o confissionário que põe a descoberto o segredo dos lares;
4-    Instituiu a inquisição que foi ativada pelo papa Gregório IX;
5-    Proibiu a leitura da Bíblia.
Igreja resistiu à implantação da transubstanciação mais foi vencida, alguns decidiram por milhões e verificou-se que  UMA MENTIRA MUITAS VEZES REPETIDA SE TRANSFORMA EM VERDADE.
Igreja Católica exige respeito pelo dogma, pedem que não se mastigue a hóstia. O missal Romano, Página 58 prescreve: “Se um padre sentir-se mal durante a celebração da missa e vomitar a hóstia, deve engolir o que pôs para fora”.
Quando a doutrina da transubstanciação foi introduzida no catolicismo, houve discussões escolásticas: O professor Halles explicava que se um morcego engolir uma hóstia, engoliu o próprio Cristo. O Bispo Bonaventura achou repugnante, mas S. Thomaz deu razão ao professor Haller. (Roma. lg e o Ant-Crist. 280).
No Canadá o jovem padre Daule descuidou-se de umas hóstias, horrorizado viu ratos devorando-as, correu para o velho bispo e disse: Os ratos estão devorando nosso bom Deus! (Chiniqui, Ex-padre, pág. 334).
O ex-padre Dr. Hipólito de Oliveira Campos, quando exercia o sacerdócio em Cuiabá, esqueceu umas hóstias que emboloraram e viraram larvas...
Resta perguntar; Que tipo de Cristo tem a Igreja Católica Romana?
- Rubano Mauro, 788-857, abade de Fulda e depois Arcebispo de Moguncia, considerava “Heresia grave supor que na Eucaristia estava presente a carne nascida de Maria” (Espist. Ad.Heribaldum).
Santo Agostinho bispo de Hipona, 340-430, gracejava da transubstanciação cuja idéia já existia no seu tempo; pregando nas igrejas, dizia: “porque preparas os dentes e o estomago?  -- Confiar em Cristo é comer o PÃO VIVO, não se pode engolir Aquele que subiu vivo para o céu”. (ver Tratado sobre João VXV e Sermões nº 131.1)
"LA GRANDE ENCICLOPÉDIE FRANÇAISE" comentando a eucaristia escreveu que “Os teólogos Católicos imaginaram os povos mais feiticistas e os Cultos mais idólatras; tomam a farinha cozida e o vinho e dizem: Eis nosso Deus, Comei-O. – Proibidos de raciocinar, os clérigos esqueceram de ler Santo Agostinho e A IGNORÂNCIA TORNOU-SE MOLÉSTIA GERAU.
Nosso Senhor usou metáforas e parábolas em várias ocasiões dizendo: “Quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede... Eu Sou o pão do Céu... Minha Carne é verdadeiramente Comida meu sangue é bebida etc”.
Os discípulos perguntaram-lhe certa vez, “Porque falas por parábolas? No contexto Jesus explicou: As palavras que Eu vos digo são espírito e Vida”. João 6:36.
Com esse esclarecimento do mestre é fácil entender que o pão e o vinho na Ceia apenas representam Seu Corpo e Seu Sangue, mas não há “presença real”.
- Ao dizer “Fazei isso em Memória de Mim” Jesus já excluiu Sua presença. S. Jerônimo ensinou o mesmo e deve-se lembrar que no texto Jesus referia-se ao pão e ao vinho à hóstia criada 1200 anos depois.
Tomando palavras figuradas ao pé da letra, tropeando em parábolas e metáforas o catolicismo Romano transformou a simples Ceia em coisa complicada. VEJA ALGUNS OPOSITORES DO DOGMA:
1)    O papa Gelásio I, anos 492-496, ensinava que “A natureza dos elementos da Ceia não deixam de existir depois da benção”.
2)    Outro papa Gelésio II 1118-1119, não aceitava a transubstanciação e disse: “Na eucaristia a natureza do pão e do vinho não deixam de existir” e ordenava as Igreja que servissem aos fiéis o pão e o vinho.
3)    O papa Romano S. Clemente pensava o mesmo ao dizer: “O pão e o vinho são apenas símbolos” não se transformam em coisa alguma, ( Ver Dabus in Cristo. Adv. Eutychen, eth Nestorium, S. Tomaz Sun Theo. Vol. 7, P. 134.3 e Clemente, livro VII 5-23). Como não é possível fazer uma acareação entre os papas, seria melhor o catolicismo de hoje estudar  o espírito das palavras de Cristo.
4)    O escritor Albertinus cita quatro cardeais daqueles tempos: Bonaventura, Alicuo, Cujan e Cajetano; cita também cinco bispos e dezenove doutores da Igreja que interpretavam o Evangelho de João 6:53 -63 no sentido espiritual e simbólico ( Ver Albertinus Ench Livro 1 Pg. 209). São Cirilo de Jerusalém e São Gregório de Nissa fizeram referências à “União mística” na eucaristia, mas nada falaram sobre “presença real”. (Sacra cuenca Ad. Lanfruncum Cath XXI- 13).

As doutrinas Católicas sobre a transformação dos elementos da Ceia apresentam sérios problemas para o raciocínio: Se Cristo disse para celebrar a Cerimônia .“Até que Eu venha”não pode estar presente na hóstia, se vem não está... Ele foi o primeiro a servir-se, teria engolido a Si mesmo?
O Concílio de Trento complicou mais o assunto, prescrevendo que “Se uma hóstia se partir em pedaços, Cristo estará presente em cada fração, se uma parte cair no altar, o lugar deve ser lambido com a língua”. (Ver Concílio de Trento, Seção XIII  3.D. 876).
Verifica-se que esse dogma não resiste a nenhuma análise. Seu mais perigoso adversário não são os teólogos protestantes, mas sim os cientistas como Albert Einstein, Oppenhelmer e outros corifeus  da ciência atômica...
A celebração da missa é mais uma encenação que o culto Cristão, veja como Martinho Cochém descreve o cerimonial no livro: Explicação da Missa pg. 40:
O Sacerdote durante uma só Missa benze-se 16 vezes, volta-se para o povo outra 16 vezes, beija o altar oito vezes, levanta os olhos 11 vezes, 10 vezes bate no peito, ajoelha-se outras 10 vezes e junta as mãos 54 vezes. Faz 21 inclinações com a cabeça e sete vezes com os ombros, inclina-se oito vezes e beija a oferta 36 vezes. Põe as mãos sobre o peito 11 vezes e oito vezes olha para o céu. Faz 11 orações em foz baixa e 13 em voz alta, descobre o Cabes e o cobre novamente cinco vezes e muda de lugar 20 vezes”.
- Talvez fosse por isso que Cristo disse: Vinde a Mim e Eu vos darei descanso...
A transubstanciação romanista é pura ilusão, não pode ser aceita por nenhuma mente esclarecida e alimentada pelas Escrituras Sagradas.
Continuaremos na próxima 3a feira, se Deus permitir.
Vivam vençendo!!!

Nenhum comentário:

Postar um comentário