A força por trás de Harry Potter
Até o momento não conheço nenhum livro ou filme infanto-juvenil que tenha passado com tanta eficiência o conceito de “Deus” como uma “força energética” do que a série cinematográfica Star Wars (Guerra nas Estrelas).
Obiwan Kenobi, um guerreiro Jedi dos filmes Star Wars, é um perfeito porta-voz desta “força impessoal” quando define-a para o jovem Luke Skywalker:
A força é o que dá ao Jedi o seu poder. A força é um campo de energia criada por todas as coisas vivas: cerca-nos e penetra-nos. E une a galáxia. [...] Precisa aprender como age a força. [...] Aprenda sobre a força, Luke.
Do ponto de vista do cristianismo, é inconcebível pensar que esta “força impessoal” seja Deus. Na Bíblia Sagrada existem duas forças diametralmente opostas, uma do bem e outra do mal, atuando no Cosmo. Por outro lado, tanto na série Star Wars quanto na série Harry Potter a noção é puramente taoísta: existe apenas uma força que pode ser manipulada tanto para o bem como para o mal, portanto o bem e o mal viriam da mesma fonte, teriam uma só origem. A série Harry Potter ressalta o bem e o mal como se ambos fossem um.
Como disse Quirrell, o primeiro professor de Defesa Contra as Artes das Trevas de Harry Potter, possesso pelo mau Voldemort: “Não existe bem nem mal, só existe o poder”.
Como disse Quirrell, o primeiro professor de Defesa Contra as Artes das Trevas de Harry Potter, possesso pelo mau Voldemort: “Não existe bem nem mal, só existe o poder”.[1]
Isso fica logo claro, ainda na primeira metade do primeiro livro da série. Harry Potter, sem saber, adquire uma varinha mágica semelhante à do seu rival Voldemort.
O senhor Olivaras, vendedor de varinhas mágicas, faz o seguinte comentário para Potter:
– Bravo! Mesmo, ah, muito bom. Ora, ora, ora... que curioso... curiosíssimo...Repôs, a varinha de Harry na caixa e embrulhou-a em papel pardo, ainda resmungando:– Curioso... curioso...– O senhor me desculpe – disse Harry –, mas o que é curioso?O Sr. Olivaras encarou Harry com aqueles olhos claros.– Lembro-me de cada varinha que vendi, Sr. Potter. De cada uma. Acontece que a fênix cuja pena está na sua varinha produziu mais uma pena, apenas mais uma. É muito curioso que o senhor tenha sido destinado para esta varinha porque a irmã dela, ora, a irmã dela produziu a sua cicatriz.Harry engoliu em seco.– É, tinha trinta e quatro centímetros. Puxa. É realmente curioso como essas coisas acontecem. A varinha escolhe o bruxo, lembre-se... Acho que podemos esperar grandes feitos do senhor, Sr. Potter... Afinal, Aquele-Que-Não-Se-Deve-Nomear realizou grandes feitos, terríveis, sim, mas grandes.Harry estremeceu. Não tinha certeza se gostava do Sr. Olivaras. Pagou sete galeões pela varinha e o Sr. Olivaras curvou-se à saída deles.[2]
O mais inquietante é que ficamos sabendo, no decorrer da série, que alguns dos poderes mágicos de Potter foram transferidos do temível Voldemort diretamente para o infante Harry, por ocasião da tentativa de matá-lo quando bebê. É como se a carga má de Voldemort tivesse sido drenada para Potter.
Até ao final do quarto livro da série, Harry Potter tem sido fiel ao lado bom da força (como aquela turma de Luke Skywalker em Star Wars) representada por Alvo Dumbledore.
A autora consciente ou inconscientemente transfere para o bruxo Dumbledore a figura de “Deus”. Dumbledore é antigo, todo-poderoso, sábio, calmo, seguro e piedoso, enfim, uma pessoa em quem Potter pode confiar. Os leitores também passam a respeitar e admirar o principal e mais experiente bruxo “bom” da série.
Ao final do segundo livro, Harry Potter e a Câmara Secreta, Potter foi salvo de um ataque do Lord Voldemort pelo fênix de Dumbledore. O fênix só ajudou Harry porque o menino tinha demonstrado uma “verdadeira lealdade” a Dumbledore.[3]
No terceiro livro, Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, após tomar um tremendo susto com uma criatura estranha (“um dementador”), Potter sente-se calmo com a presença de Alvo Dumbledore.[4]
Os livros sugerem, a exemplo de algumas religiões pagãs orientais, que a única diferença entre o bem e o mal é apenas a direção em que você vai usar a força impessoal. Essa é uma cosmovisão de uma força dualística, contrária à Palavra de Deus.
A ética por trás da força
Para os taoístas, nova erenses e bruxos de Harry Potter, o mal é apenas o complemento do bem. Ensinam que tudo no Cosmo é composto de opostos e a harmonia só existe se nutrirmos e convivermos com esta polaridade: luz e trevas, masculino e feminino, bem e mal e assim por diante.
A ética por trás da força que age em Harry Potter é também herdada do taoísmo e já foi até assimilada pela Nova Era. Para os esotéricos, o conceito não é mais faça “isto ou aquilo”, mas faça “isto e aquilo”.
O mal deixou de ser considerado alguma coisa perversa (como, por exemplo, a nossa natureza pecaminosa a qual devemos detestar), mas simplesmente a outra metade do bem. Para os taoístas, nova erenses e bruxos de Harry Potter, o mal é apenas o complemento do bem. Ensinam que tudo no Cosmo é composto de opostos e a harmonia só existe se nutrirmos e convivermos com esta polaridade: luz e trevas, masculino e feminino, bem e mal e assim por diante.
O taoísmo afirma que todas as vidas interagem nestes dois opostos até finalmente se fundirem.
Isso cria uma ética relativa e muito flexível. Por exemplo, se a pessoa escolher ser homossexual, bissexual, monógama, polígama ou seja lá o que for, isso é OK, está tudo bem. Defendem a tese de que desde que você não machuque ninguém e esteja tudo bem com você, não há problema em praticar qualquer ato. Os nova erenses escolhem sua verdade, moral e sabedoria próprias. Os padrões morais absolutos e os princípios eternos de sabedoria revelados na Bíblia Sagrada são simplesmente jogados pela janela enquanto o homem senta-se no trono.
As mensagens atuais de muitos filmes e livros transmitem a doutrina de que “somos um com o universo” e de que “precisamos confiar na força”. Como afirma Tal Brooke, um apologista cristão, em seu livro One World:
A mensagem era ‘Ame aquilo que é estranho, quebre o convencional, ame aquilo que é inaceitável, monstruoso e até grotesco; e apenas aqueles que estão prontos podem experimentar tal amor cósmico.’ Como dizem os yogis indianos, ‘aprenda a amar – incluindo coisas que são feias ou que até pareçam más – vendo a união em todas as coisas, o divino em todas as coisas’. Assim, como foi dito a Luke Skywalker: ‘Solte-se. Confie na Força’.[5]
Por outro lado, a ética cristã é absoluta e inflexível. Deus é absoluto e incomparável: “Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força” (Deuteronômio 6.4-5). “Por isso, hoje saberás e refletirás no teu coração que só o Senhor é Deus em cima no céu e embaixo na terra; nenhum outro há” (Deuteronômio 4.39). Deus também não comunga com as trevas e n’Ele só existe luz: “Ora, a mensagem que, da parte dele, temos ouvido e vos anunciamos é esta: que Deus é luz, e não há nele treva nenhuma” (1 João 1.5).
Uma vez que a moral e a ética passam a ser relativas, a censura do comportamento humano e das nossas aspirações passa a ser frouxa. Conseqüentemente, Deus é destronado, os valores cristãos se perdem de vista, enquanto o princípio do prazer torna-se o mais alto valor na vida do ser humano.
A autoridade por trás da força
A boa força é um poder que é entregue por Deus e exercitado de acordo com Sua vontade. A força má, por outro lado, é um poder que é confiscado ou enfeitiçado ou suplicado – em vez de entregue – e exercido para fins egoístas.
O escritor evangélico John Andrew Murray escreve no Citizen Magazine:
Fãs cristãos de Harry Potter insistem que a série não difere das Crônicas de Nárnia de C. S. Lewis, que muitos pais cristãos aceitam. ...a diferença entre as duas reside no conceito de autoridade. Sob a perspectiva cristã, autoridade e força sobrenatural estão unidas.Dê uma olhada em Marcos 2, quando Jesus cura o paralítico. Quando Jesus viu o paralítico, disse-lhe primeiro: “Filho, os teus pecados estão perdoados”. Esta afirmação resultou na seguinte cena:“Mas alguns dos escribas estavam assentados ali e arrazoavam em seu coração: Por que fala ele deste modo? Isto é blasfêmia! Quem pode perdoar pecados, se não um que é Deus? E Jesus, percebendo logo por seu espírito que eles assim arrazoavam, disse-lhes: Por que arrazoais sobre estas coisas em vosso coração? Qual é mais fácil? Dizer ao paralítico: Estão perdoados os teus pecados, ou dizer: Levanta-te, toma o teu leito e anda? Ora, para que saibas que o Filho do homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados – disse ao paralítico: Eu te mando: Levanta-te, toma o teu leito e vai para tua casa. Então, ele se levantou e, no mesmo instante, tomando o leito, retirou-se à vista de todos, a ponto de se admirarem todos e darem glória a Deus, dizendo: Jamais vimos coisa assim!” (Marcos 2.6-12).A força, o poder de Cristo flui da Sua própria autoridade. Esta é a natureza de todo o poder legítimo – é concedido e guiado pela autoridade.Quando lemos a série de Rowling, descobrimos que ela eficazmente divorcia o poder da autoridade. Não existe uma pessoa soberana ou um princípio governando o uso do sobrenatural.Na série, os poderes mágicos são adquiridos como herança ou são aprendidos. Não são concedidos por uma autoridade superior, porque não existe uma Autoridade Superior – a não ser o mentor de Harry, Alvo Dumbledore e o mau Lord Voldemort. Os dois são iguais, antagônicos e misteriosos para serem uma autoridade superior. [...]A boa força é um poder que é entregue por Deus e exercitado de acordo com Sua vontade. [...] A força má, por outro lado, é um poder que é confiscado ou enfeitiçado ou suplicado – em vez de entregue – e exercido para fins egoístas.[6] (itálico acrescentado pelo autor).
O poder descrito na série Harry Potter e o poder descrito na Bíblia são diferentes, opostos, como o norte e o sul, a luz e as trevas. Rowling convida seus leitores a descobrirem o poder da bruxaria, um poder único e “neutro”, onde a inteligência de cada um é que vai determinar se ele deve ser usado para o bem ou para o mal. Os escritores bíblicos convidam seus leitores a descobrirem dois poderes separados, sem qualquer comunhão entre eles – pois jogam em times diferentes! Na Bíblia, o poder divino é mais poderoso, sempre vencedor, celebrado, bondoso e cuidadoso. Já o poder maligno rouba, escraviza, engana, está vinculado à bruxaria (wicca) e mata. (Dr. Samuel Fernandes Magalhães Costa - http://www.chamada.com.br)
"Você pode estar cansado de ouvir falar em Harry Potter. Afinal, meio mundo já leu sobre as aventuras do menino-bruxo nos quatro volumes até agora publicados pela escritora britânica J.K. Rowling. O outro meio mundo pode ter resistido, mas não vai passar ileso à estréia de Harry nos cinemas" (Flávia Pegorin, Revista Galileu 11/01).
Inicialmente pensei em colocar como título deste artigo: "Criticando Harry Potter", mas depois mudei de idéia. Criticar nunca é uma palavra muito agradável e geralmente ninguém morre de amores por ela. A julgar por algumas reuniões de pais e mestres, parece que "baixar a lenha" numa atitude isolada da professora do nosso filho é bem mais fácil e saboroso do que criticar uma série que é best-seller entre adolescentes.
Mesmo quando a crítica recai sobre um assunto que fere os conceitos cristãos, ela muitas vezes é mal compreendida e pouco aceita. É sob esse ponto de vista cristão, após ter lido os quatro primeiros volumes da série Harry Potter, que eu gostaria de fazer algumas considerações a respeito do menino-bruxo:
1. Pratica a feitiçaria
Pessoalmente não conheço nenhum pai cristão que tenha presenteado um manual de bruxaria ao seu filho. Contudo, conheço alguns genitores que ingenuamente deram a seus filhos um manual de bruxaria camuflado – um dos livros da série Harry Potter.
Harry Potter não é apenas uma bruxaria bobinha de jogar quadribol voando em vassouras, pois apresenta também ocultismo da pesada onde existem maus agouros e conjuros em cemitério. No quarto livro da série, Harry é amarrado numa lápide em um cemitério onde é preparada uma poção com os seguintes ingredientes: o sangue de Harry Potter, o osso do cadáver do pai de Lord Voldemort (o bruxo malvado da série) e a carne do escravo Rabicho (que para isso amputou a sua própria mão direita). Tudo isso foi jogado dentro de um caldeirão. O resultado desse feitiço foi o ressurgimento do corpo do temível Lord Voldemort.
Puxa! Conheço alguns ex-"pais de santo" que asseguram que realizavam cerimônias de despachos muito semelhantes em alguns cemitérios. Se os outros livros da série, a serem publicados, continuarem nesse mesmo ritmo, vão rivalizar com os terreiros de macumba! Estes que se cuidem, Harry Potter está aqui...
2. O Natal sem Cristo
O feriado de Natal está presente na saga de Harry Potter, com trocas de presentes e árvores de Natal, porém sem qualquer menção ao nome do aniversariante – Jesus Cristo! Acredito que se trate de uma omissão proposital! Um Natal sem Cristo é só fantasias, sem a verdadeira paz e esperança. Os anjos, ao anunciarem o nascimento do Salvador, proclamaram: "Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem" (Lucas 2.14). O natal sem Cristo proporciona apenas alegrias efêmeras e superficiais, mas carece de paz real para os homens.
Atualmente, os heróis dos nossos filhos são quase sempre monstros deformados, grotescos e mutilados. O leitor de Harry Potter familiariza-se com um mundo tenebroso.
3. Familiarização com imagens grotescas
Quando era criança, um dos meus heróis era Rintintin, mas hoje é diferente. Atualmente, os heróis dos nossos filhos são quase sempre monstros deformados, grotescos e mutilados. O leitor de Harry Potter familiariza-se com um mundo tenebroso. Nestes tempos de Harry Potter, o imundo tornou-se lindo. Os heróis das nossas crianças podem ser aberrações monstruosas que se arrastam para fora dos esgotos, simulando inocência e fingindo tendências bondosas.
Veja o que a Bíblia diz: "...que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo?" (2 Coríntios 6.14-15).
4. Desrespeita regras
Harry mente, trapaceia, quebra regras, desobedece às autoridades constituídas (dos tios e dos professores), porém, no final sempre se sai bem (na vida real, no entanto, não é bem assim). O que a Bíblia ensina sobre o nosso relacionamento com as autoridades? "Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por Ele instituídas" (Romanos 13.1).
5. É vingativo
Harry Potter não conhece o que é perdoar ou dar a outra face. Ele tem um profundo ressentimento com seus tios cruéis. Em vez de perdoá-los, fica feliz em se vingar. Após ter sido bastante insultado por tia Guida, lançou um feitiço que fez a mesma começar a inchar como um balão e por pouco ela não estourou. Harry também não suporta um mau colega rival, Draco Malfoy, e fica satisfeito quando o menino erra.
Harry Potter desconhece que existe um único Deus acima de tudo e de todos, portanto, é ignorante acerca de que a vingança pertence ao Senhor e não ao ser humano. O Senhor Deus declara: "A mim me pertence a vingança" (Deuteronômio 32.35a).
6. Desestimula a boa leitura
Quem afirma isso é o norte-americano Harold Bloom, "o mais importante crítico literário em atividade", em entrevista à revista Veja: "A linguagem é um horror. [...] E o livro inteiro é assim, escrito com frases desgastadas, de segunda mão".
Meu amigo Jehozadak Pereira, articulista do jornal A Tarde e do site Aleluia, autor do livro "O Que São Temperamentos?", é bem mais incisivo em um artigo na internet: "A temática de Harry Potter é profundamente mística e inteiramente comprometida com bruxaria, feitiçaria e esoterismo, e é apresentada como literatura mimetizada em contos pueris, quando na realidade é perversa e advinda do inferno."
Que este artigo não seja apenas mais uma crítica, mas que contribua para que os leitores reflitam e sejam cuidadosos, incentivando muitos a desmascarar esse sutil engano que se infiltra em nosso meio – para que juntos possamos arrancar mais uma máscara sorridente da face do mal. Por trás de um manto de ingenuidade, a série Harry Potter tem seus dentes e garras sujos de sangue, pois nela está disfarçado o próprio inimigo das nossas almas. Lembre-se... nestes tempos de Harry Potter o alerta de Jesus Cristo é muito oportuno: "Vê, pois, que a luz que há em ti não sejam trevas" (Lucas 11.35). (Dr. Samuel Fernandes Magalhães Costa – http://www.chamada.com.br)
Harry Potter: hoje tudo acaba... Será? [2001-2011] !

10 Anos. 7 Livros. 8 Filmes. Grande quantidade de jogos em diversas plataformas. Isso é Harry Potter. Muito mais que um simples filme. Muito mais que uma simples história de bruxo. Harry Potter faz parte da nossa vida a exatos 10 anos para quem começou olhando os filmes (quem leu os livros antes do primeiro filme, faz muito mais tempo)!
Somando os sete livros publicados, a série Harry Potter vendeu 400 milhões de exemplares mundialmente (até outubro de 2008), em mais de 67 línguas. O livro da série que mais vendeu foi Harry Potter e a Pedra Filosofal com cerca de 120 milhões de vendas. Graças ao grande sucesso dos livros, Rowling tornou-se a mulher mais rica na história da literatura. Os livros são publicados pela Editora Rocco no Brasil e pela Editorial Presença em Portugal.
Somando os sete livros publicados, a série Harry Potter vendeu 400 milhões de exemplares mundialmente (até outubro de 2008), em mais de 67 línguas. O livro da série que mais vendeu foi Harry Potter e a Pedra Filosofal com cerca de 120 milhões de vendas. Graças ao grande sucesso dos livros, Rowling tornou-se a mulher mais rica na história da literatura. Os livros são publicados pela Editora Rocco no Brasil e pela Editorial Presença em Portugal.
Grande parte da narrativa se passa na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, e foca os conflitos entre Harry Potter e o bruxo das trevas Lord Voldemort. Ao mesmo tempo, os livros exploram temas como amizade, ambição, escolha, preconceito, coragem, crescimento, responsabilidade moral e as complexidades da vida e da morte, e acontecem num mundo mágico com suas próprias histórias, habitantes, cultura e sociedades.
Em 1990, J.K. Rowling estava num trem indo de Manchester para Londres quando a idéia para Harry simplesmente "apareceu" em sua cabeça. Rowling conta sobre a experiência em seu website: "Tenho escrito continuamente desde os seis anos de idade mas nunca estive tão excitada com uma idéia antes. [...] Eu simplesmente sentei e pensei, por quatro horas (trem atrasado), e todos os detalhes borbulharam em meu cérebro, e este garoto de óculos e cabelos pretos que não sabia que era um bruxo tornou-se mais e mais real para mim.
Após mais de uma década da publicação do primeiro livro, Harry Potter alcançou muito sucesso em parte por causa de críticas positivas, estratégias de marketing de suas editoras, mas também pela propaganda boca-a-boca entre muitos leitores. As editoras de Rowling estiveram aptas a aumentar este fervor pelo lançamento rápido e sucessivo dos três primeiros livros, o que fez com que nem a excitação nem o interesse da audiência de Rowling caíssem. A série também conquistou fãs adultos, fazendo com que, em muitos países, cada livro tivesse duas edições, assim como os audio-books, com texto ou áudio idênticos, mas com capas diferentes, uma delas direcionada a crianças e a outra, a adultos.

"O vício das pessoas por Harry Potter é gigantesco. É o mesmo vício que o brasileiro tem por futebol. Que o fanátiico religioso tem por sua crença. Que os fanáticos por série, um dia tiveram por Lost. É algo sobrenatural, sem explicação. E eu me encaixo nisso. Não tem nem o quê falar, graças a minha mãe que insistiu para mim ver Harry Potter quando eu tinha 10 para 11anos em 2001, sendo que na epóca eu queria mesmo era ver Pokemon 3 no cinema (Poizé,eu sei xD). No fim, além de não ter me arrependido, ganhei entretenimento para mais de 10 anos no quesito cinema e o mesmo acabou virando um dos meus hobbys e consequentemente uma das minhas paixões hoje"-Disse Max, um dos milhares de fãs(ou adoradores) do menino bruxo, em seu portal.
Notas
- Rowling, J.K., Harry Potter e a Pedra Filosofal. Página 248.
- Ibid. Páginas 77-78.
- Rowling, J.K., Harry Potter e a Câmara Secreta. Editora Rocco Ltda. Rio de Janeiro, RJ, 2000, página 279.
- Rowling, J.K., Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban. Página 79.
- Brooke, Tal, One World. End Run Publishing. Berkeley, CA, setembro de 2000, página 54.
- Artigo “The Trouble with Harry”, de John Andrew Murray. Citizen Magazine. http://www.family.org/cforum/citizenmag/coverstory/a0009406.html
- http://blogdomaxrs.blogspot.com/2011/07/harry


Olá, caro escritor do blog. Eu sou Max, o cara que você cita em seu blog, na matéria sobre Harry Potter. Bom, tudo bem, você querer provar seu ponto de vista que Harry Potter é coisa do demônio, como muitas pessoas gostam de fazer. Mas pensei que quando li seu artigo foi citando meu blog positivamente, mas você só me usa de 'bode expiratório', para mostrar como é um fã de Harry Potter e expôr em seu blog. Você acharia legal se eu pegasse uma matéria do seu blog e fizesse a mesma coisa no meu? O brabo de pessoas da igreja é isso, não respeitam, gostam de sair acusando que isso ou aquilo é do demônio. Gostam de chamar mais atenção que mulher semi-nua em carnaval da globo. Bom, ninguém é perfeito, mas pense nessas suas atitudes para o futuro! Sou fã de Harry Potter SIM, mas acima de tudo sou um escritor, blogueiro e futuramente jornalista. E usar palavras para que você usou para o uso negativo deixam qualquer um chateado. Mas como eu não sou igual você, não vou criticar pesado igual você fez com HP. Coisa de Troll Religioso isso. Fica assim mesmo. Mensagem dada.
ResponderExcluirOlá prezado Max,
ResponderExcluirPaz e graça de Deus sobre vc.
Acredito que você não conseguiu e nem vai conseguir entender o que postei.Acaso você leu toda a Matéria? Observou de fato meus questionamentos? Max, entenda:sou um servo de Deus, um crente na bíblia como Palavra de Deus e ponto final.Esse Blog é Apologético(lembra-se disso?)e como tal,está para expor os ENSINAMENTOS contrários ás Escrituras.Existe hoje uma DOUTRINAÇÃO por parte de uma série de filmes,músicas,novelas e etc.A intenção sempre é a de provar que o mal é bom.(Isaías 5:20-lêia isso!)Quanto a você gostar de HP e dizer que "o mesmo acabou virando um dos meus hobbys e consequentemente uma das minhas paixões hoje", é uma questão pessoal.Gosto não se discute.Mas a minha obrigação é, mostrar aqueles que me seguem,é que existem pessoas 'viciadas' por aquilo que não conseguem discernir completamente e acabam por achar que tudo que há nos filmes de HP foi 'maravilhoso'.
Ora,quando resolví escrever, não o fiz sem conheçimento de causa.Não escrevo sem saber do que se trata.Não abordaria um assunto se fosse totalmente ignorante quanto ao mesmo.Se escreví, o fiz tendo como base minha fé em Deus e em Seu filho Jesus Cristo, que nos deixou Sua Palavra,e depois de ter visto os filmes para eu então me expressar.Pelo fato de você possivelmente não conheçer a biblia, nem ter tido ainda um encontro de fato com Jesus, ache que bruxaria, feitiçaria, demônios, mentiras, enganos, trapaças(que o filme divulga),seja algo 'normal' e 'comun'.Eu não vejo assim.Se alguém quer ser feitiçeiro, bruxo,ter contato com demnônios, viver acostumado a amar e praticar a mentira e viver trapaçeando e enganando a outrem,isso é um problema da pessoa.Mas quando isso é levado ao público,onde milhões estarão sendo DOUTRINADOS nisso, aí então é minha vêz de trazer á luz o que de fato está se passando nas entrelinhas e qual é, na verdade, o objetivo.
Continua...
Max,usei seu texto, danto-te os devidos créditos.Não me apossei dele.Se você quiser usar qualquer Texto,Artigo do meu Blog para refutar, esteja á vontade.Não vou ficar chateado como você ficou.Estamos num País democrático.E em nenhum momento te acusei,ou te menosprezei.Para quem está estudando Jornalismo, acho que você se 'queimou' por muito pouco, não acha? Filho, você terá muitos embates na vida.E sempre haverá quem não concordará conosco.Eu não quero que as pessoas que me lêem,sejam privadas de pensarem.Só mostro-lhes os erros, equívocos e intenções más em qualquer produção, inclusive até no meio cristão, ou evangélico/gospel.Não tenho duas medidas.Entenda, meu amigo que se você é "um apaixonado" por HP, eu o sou por Jesus e por Seus ensinamentos que me fizeram descobrir a não comer a espinha junto ao peixe.
ResponderExcluirAchei interessante quando você disse que eu te usei como "bode expiatório"(esse é um termo bíblico).Faltou usar a razão, meu nobre companheiro escritor.Não fiz isso, pelo contrário,expus o seu pensamento, seu sentimento e seu "vício"(em suas palavras) por HP.Acho legal mostrar o que os outros pensam e gostam, mesmo que minha visão seja a contrária.Será que fiz mal expondo seu comentário,quando o mesmo foi escrito por você com toda a sua "paixão" e postado para o mundo lêr?Pense Max, pense.Eu poderia ter 'ralhado' quando você escreveu sobre o "fanático religioso",que é uma intensão de colocar num mesmo saco todos aqueles que você supõe,serem seguidores de uma religião,e consequentemente estão errados.No entanto, não o fiz.E por que?Porque você tem direito de escrever livremente, desde que não desdenhe de outrem.
Veja bem:Você saiu em defesa do HP e eu saí em defesa dos ensinamentos de Jesus,que segundo Ele,a feitiçaria,os bruxos,as oferendas aos demônios,os 'espíritos que se materializam',os mentirosos, enganadores, e tantos outros mais, estão a serviço de Satanás,ou Diabo.Se você crê pelo menos em Deus, deveria entender que quem disse isso, foi o filho dEle.Eu apenas reproduzo,crendo total e fielmente no que Ele disse.Tem um bíbia em casa?Lêia o que está escrito em 1a.Corintios 6:9 e 10.Apocalípse 21:8 e 22:15.Amigo, veja como era o tratamento de Deus,quanto aos feitiçeiros em Exôdo 22:18:a pena capital.
Fazendo minhas as suas palavras:"O brabo de pessoas da igreja é isso"-agora eu:não se conformam com que está sendo veiculado,cuja intenção no fundo é difundir uma DOUTRINAÇÃO,querendo mostrar que ser bruxo,feitiçeiro,agoureiro,cartomante, assassino,ladrão e etc,não tem nada demais.
Agradeço a sugestão de pensar pro futuro.E continuarei usando o conheçimento que tenho, mais o discernimento espiritual,sempre.
Que bom que você não é igual a mim,entendo com isso que você se julga superior, mais esclareçido e portanto, mais educado.Ok!A isso, você chamaria de quê? Orgulho? Atitude discriminatória? ou apenas uma conclusão óbvia sobre nós dois?È bom parar prá pensar sobre isso,né?
Ah, não sou religioso.Sou crente protestante(sabe sobre o que protesto?Protesto contra o pecado e contra tudo que está contrário aos ensinamentos de Jesus).Religião é prá gente mente curta,que falam de Deus sempre,mas como um papagaio.
Pode escrever sempre que quiser discordar ou elogiar.Seu comentário sempre estará disponível para qualquer um que queira ver.Gostaria que o meu comentário, esse, fosse postado por você em seu Blog, sem cortes,por favor.
Não sou opositor seu.Sou opositor ás coisas que são ensinadas contrariando a Deus e Sua Palavra.
Mensagem também dada.
Deus te abençõe muito e sempre.