
Texto Áureo
"Regozijai-vos, sempre, no Senhor; outra vez digo:
regozijai-vos" Fp 4.4
Verdade Prática
"A Alegria, fruto do Espírito não depende de
circunstâncias"
Leitura Bíblica em Classe
João 16.20-24
Introdução
Nesta lição estudaremos sobre a alegria e a
inveja. A alegria é um atributo do fruto do Espírito e esta não depende de
circunstancias enquanto que a inveja faz parte da obra da carne não podendo
agradar a Deus (Rm 8.8) e prejudicando ao próximo com suas consequências.
I – A Alegria
No hebraico a palavra alegria é sãmah e segundo o
dicionário Vine, significa uma emoção espontânea ou felicidade extrema. No
grego a palavra é euphrainõ e significa estar feliz, regozijar-se, tornar-se
alegre.
A Bíblia afirma que a alegria é fruto do Espírito Santo (Gl 5.22). Jesus não quer discípulos medíocres, mas discípulos que produzam muito fruto (Jo 15.8). Paulo ensina que, quando desfrutamos da característica desse fruto, representada no grego pela palavra “χαρά” “chara”, ou seja, gozo, passamos a sentir uma maravilhosa sensação de alegria e felicidade por todas as coisas que recebemos de Deus pela Sua infinita graça (Ef 2.8-9). Logicamente viver neste mundo não é nada fácil e não somos alienados para negarmos isso. Neste dias toda sorte de notícias chega até nós de maneira inesperada. A surpresa provocada por tais notícias são, em muitos casos, a causa de um profundo sentimento de tristeza (Jo 16.33). A cada dia fica mais claro que estamos próximos da vinda de Jesus (Ap 22.20), porém sabemos que enquanto isto não ocorre teremos que ser sustentados pelo poder do Espírito Santo, que nos permite viver alegres em meio às tribulações. Esta alegria é incondicional, não depende de situações, ela é sobrenatural e incompreensível aos não regenerados.
No contexto de Atos 13.52, eram tempos de perseguição intensa, as pessoas estavam sendo presas, Tiago já havia sido degolado por ser servo do Senhor Jesus (At 12), eles estavam perdendo tudo o que tinham, a pressão aumentando até fora das terras de Israel contra o povo de Deus e mesmo assim, os discípulos se encontravam na condição de transbordantes de alegria e do Espírito Santo. O gozo produzido pelo amadurecimento do fruto do Espírito Santo nos garantirá mais momentos de felicidade do que possa tentar nos entristecer Satanás, através de notícias e informações apelativas. Sigamos firmes, não olhando nem para a direita nem para a esquerda (Tg 1.2).
Veja, a seguir, um quadro demonstrativo, extraído da Revista Ensinador Cristão:
ALEGRIA
|
INVEJA
|
- É um estado de graça e bem-estar espiritual.
|
- É um estado de desgraça e mal-estar espiritual.
|
- Sua fonte é Deus.
|
- Sua fonte é o Diabo e o “ego”.
|
- Está interligada à nossa comunhão com Deus.
|
- Está interligada com a ruptura de nosso relacionamento com Deus.
|
- Nos estimula a ter bom ânimo.
|
- Nos estimula a ter um ânimo dobre.
|
- Nos estimula a servir a Deus e ao próximo.
|
- Nos estimula a servir aos nossos próprios interesses.
|
- Há felicidade em ver o outro bem-sucedido.
|
- Há ódio e amargura em ver o próximo bem-sucedido.
|
- É um sentido nobre.
|
- É um sentimento perverso.
|
Fonte
de Alegria
É importante
ressaltar que esta felicidade não é uma emoção passageira, resultado de um
aumento de salário, uma premiação, a compra da casa própria, a posse de bens
materiais ou do uso de alguma medicação. Essa alegria é produzida pelo Espírito
Santo em nosso interior e vem diretamente de Deus, pois somente Ele é a fonte e
a origem do verdadeiro contentamento.
Em Gálatas 5.22 a palavra “Gozo” (gr. Chara), é a
sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na
presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que creem em Cristo (Sl
119.16; 2Co 6.10; 12.9; 1 Pe 1.8; Fp 1.4).
A alegria é parte integrante da nossa salvação em
Cristo. É paz e prazer interiores em Deus Pai, Filho e Espírito Santo, e na
benção que flui de nosso relacionamento com Eles (1Co 13.14). Os ensinos
bíblicos a respeito da alegria incluem:
-A alegria está associada à salvação que Deus concede em
Cristo (1Pe 1.3-6) e com a Palavra de Deus (Jr 15.16).
-A alegria flui de Deus como um dos aspectos do fruto do
Espírito (Sl 16.11; Rm 15.13; Gl 5.22).
-Nós a experimentos somente à medida que permanecemos em
Cristo (Jo 15.1-11).
-Nossa alegria se torna maior quando o Espírito Santo
nos transmite um profundo senso da presença e do contato com Deus em nossa vida
(Jo 14.15-21).
-Jesus ensinou que a plenitude da alegria está
intimamente ligada à nossa permanência na Sua Palavra, à obediência aso Seus
mandamentos(Jo 15.7,10,11) e a separação do mundo (Jo 17.13-17).
-A alegria como deleite na presença de Deus e nas
bênçãos da redenção, não pode ser destruída pela dor, pelo sofrimento, pela
fraqueza nem por circunstancias difíceis (Mt 5.12; At 16.23-25; 2Co 12.9).
Jesus
Consola Seus Discípulos e os Instrui
O texto utilizado na Leitura Bíblica em Classe da lição
(Jo 16.20-24) é parte de um diálogo entre Jesus e Seus discípulos. Parece que a
fala do Mestre nos versículos 17 e 18 deixam os discípulos confusos. Então,
Jesus explica que ao presenciar a Sua morte, eles ficariam tristes e desolados
enquanto o mundo (os pecadores sobre o engano de Satanás) se alegraria. Mas, a
tristeza dos discípulos seria momentânea e iria durar somente até a Sua
ressurreição, que ocorreu no terceiro dia.
Nos versículos 21 e 22 Jesus se utiliza de uma
ilustração, bem conhecida de todos, a respeito de dor e alegria para que não
houvesse mais dúvidas a respeito do que estava sendo ensinando. Continuando com
o diálogo e ensino, nos versículos 23 e 24, o Mestre instrui a respeito do orar
em Seu nome ao Pai. Os discípulos ainda não tinham ouvido nada a esse respeito,
e nem mesmo orado a Deus em nome do Filho. Jesus esclarece que as orações em Seu nome seriam ouvidas e atendidas: “tudo o que pedirdes em meu nome”.
Contudo, segundo o Comentário Bíblico Pentecostal1, ‘“tudo” não é um cheque em
branco. Jesus está exortando-os a pedir o Espírito; é Ele quem trará alegria.
Jesus dará o Espírito, e eles O receberão”.
II - CARACTERÍSTICA DA ALEGRIA COMO FRUTO DO ESPÍRITO
Alegria espiritual
A alegria do Espírito contrasta com a alegria natural.
Portanto, é uma alegria decorrente das coisas espirituais, não materiais. A
Bíblia mostra que essa alegria é:
(a) fruto da salvação (Sl 51.12; Is 12.3; 61.10; Lc
1.47);
(b) da esperança da ressurreição (Sl 16.9);
(c) de possuir o nome escrito no Livro da Vida (Lc
10.20);
(d) por sofrer pelo nome de Cristo (I Pe 4.13);
(e) pelo retorno de Cristo (Ap 19.7).
Alegria constante
Diferente da alegria natural, a alegria como fruto do
Espírito é permanente, duradoura, não circunstancial. Jesus disse isso aos Seus
discípulos: “[...] vossa alegria ninguém vo-la tirará” (Jo 16.20-22). O
apóstolo Paulo que enfrentou diversas dificuldades durante o exercício do seu
ministério asseverou: “como contristados, mas sempre alegres” (II Co 6.10). Por
isso, mesmo tendo sido açoitado e aprisionado junto com Silas em Filipos, o
apóstolo orava e louvava ao Senhor (At 16.22-25). Estando também encarcerado em
Roma, Paulo exortou aos cristãos filipenses:“Regozijai-vos sempre no Senhor;
outra vez digo,regozijai-vos” (Fp 4.4). Paulo estava cheio de alegria por saber
que, a despeito daquilo que lhe viesse acontecer, Jesus Cristo estava ao seu
lado (Fp 4.11-13).
Alegria abundante
A alegria como fruto além de ser espiritual e constante
é também abundante. O Espírito Santo produz alegria abundante no coração do
salvo. No livro dos Atos dos Apóstolos, vemos Lucas descrevendo que os
convertidos gentios alegram-se grandemente (At 13.52), a mesma intensidade de
alegria sentiram os que ouviram a notícia da conversão dos gentios (At 15.3).
Paulo diz que os cristãos da Macedônia: “no meio de muita prova de
tribulação,manifestaram abundância de alegria” (II Co 8.2). Isto se deu quando
os macedônios desejaram contribuir na assistência aos santos de Jerusalém (II
Co 8.3-5).
III - A INVEJA
Definição
Segundo o Dicionario bíblico Wycliffe “a palavra grega
phthonos, que designa inveja” é utilizada em todo o Novo Testamento.
A inveja é
uma dor intensa (interior), diante do sucesso do próximo. Dor diante daquilo
que é bom para o outro, por isso Provérbios 14.30 diz “a inveja é a podridão
dos ossos”. O invejoso se amargura e adoece emocionalmente pelo fato de ele não
ter o que a outra pessoas tem. A inveja faz com que as pessoas se utilizem de
atitudes mesquinhas e malévolas para prejudicar o outro.
Definitivamente, a
inveja é um sentimento negativo que pertence à natureza adâmica. Esse
sentimento perverso tem sua origem em Satanás, pois ele tentou ser semelhante a
Deus (Is 14.12-20).Segundo Champlin (2004, p. 355), a palavra portuguesa
“inveja” vem do latim, “invidere”, que significa “em”(contra) e “olhar para”,
ou seja, olhar para alguém com maus olhos, de modo contrário, com base no ódio
sentido contra esse alguém. O Dicionário Vine a define como sendo: "um
princípio ativo de hostilidade dirigido maliciosamente a outra pessoa".
Inveja é um misto de ódio, desgosto e pesar pelo bem e felicidade de outrem; é
o desejo violento de possuir o bem do próximo. No hebraico a palavra “qinah”
significa “inveja”. Essa expressão é aplicada por quarenta e duas vezes no AT
(Jó 5.2; Pv 14.30; Ec 4.4; Is 11.13; Ez 35.11).
No grego é a palavra
“phithónos”. Esse vocábulo ocorre por nove vezes(Mt 27.18; Mc 15.10; Rm 1.29;
Gl 5.21; Fl 1.15; 1Tm 6.4; Tt 3.3; Tg 4.5; 1 Pe 2.1).
Tiago 3.15 diz: “Mas, se tendes amarga inveja, e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade.Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica”.
O cristão verdadeiro não se deixa levar pela inveja e não age com maldade. A inveja não deve ser confundida com a cobiça. São dois sentimento negativos, que no decorrer do tempo passaram a ser confundidos. No Antigo Testamento, a palavra traduzida na Versão Almeida Revista e Corrigida por “inveja” é a palavra “qana’” (קנא), com sua derivada “q’inah” (קנאח), cujo significado é o mesmo do português, ainda que também tenha um componente de “zelo” e de “ciúme”, um “ardor que causa ira”. No Novo Testamento, são duas as palavras traduzidas na Versão Almeida Revista e Corrigida por “inveja”. A primeira é “phthonos” (φθόνος), como se vê em Mt.27:18; Mc.15:10; Rm.1:29; Fp.1:15; Tt.3:3. A segunda é “zelos” (ζήλος), como se vê em At.5:17; 7:9; 13:45; 17:5; Rm.13:13; I Co.3:3; Tg.3:14,16. Em Mc.7:22, a palavra “inveja” é tradução do grego “poneros ophthalmos” (πονηρος όφθαλμός), que, literalmente, é “mau olhar”. Aqui, também, vemos as duas ideias presentes no vocábulo hebraico, ou seja, o de um “ciúme, um ardor que causa ira”, como também o de um “mau olhar”.A inveja pode ser definida como uma vontade frustrada de possuir os atributos ou qualidades de um outro ser, pois aquele que deseja tais virtudes é incapaz de alcançá-la, seja pela incompetência e limitação física, seja pela intelectual.
IV - OS EFEITOS DA INVEJA
Nos Dez Mandamentos, a Bíblia usa o termo
"cobiçar", que é um sinônimo para "invejar" (Êx 20.17).
Deus elencou a inveja como um dos pecados mais graves por saber do seu efeito
destrutivo (Dt 5.21). A inveja está entre as obras da carne que atingem o nosso
próximo (Gl 5.22). Segundo Champlin, (2004, p. 355) "a inveja é uma das
maiores demonstrações de mesquinharia humana, causada pela queda no pecado. Os
invejosos chegam a fazer campanhas de perseguição contra suas vítimas, as
quais, na maioria das vezes, não têm qualquer culpa por haverem despertado tal
sentimento nos invejosos.
Geralmente, os mal-sucedidos têm inveja dos
bem-sucedidos. Essa é uma tentativa distorcida para compensar pelo fracasso,
glorificando ao próprio "eu" e procurando enxovalhar a pessoa
invejada".
Analisemos alguns efeitos destruidores deste maligno
sentimento:
A inveja pode adoecer
A respeito da inveja, o escritor de Provérbios nos faz
diversas exortações (Pv 3.31; 24.1,19;27.4). A mais severa dela nos diz que:
"a inveja é podridão para os ossos" (Pv 14.30). Dentre as muitas
atribuições dos ossos, uma delas é a de sustentação do corpo. Quando o
proverbista afirma que a inveja é a "podridão dos ossos" significa
que ela é uma espécie de câncer que começa sutilmente destruindo o homem por
dentro. Segundo Aurélio (2004, p. 165), o verbo "apodrecer" quer
dizer: "putrefazer", palavra geralmente usada para descrever um corpo
morto em estado de decomposição. Portanto, a inveja é um sentimento nocivo que
faz mal principalmente aquele que o abriga em seu coração.
A inveja pode matar
Caim, foi a
primeira pessoa descrita na Bíblia que foi atingida pela inveja e por suas
consequências. O homicídio cometido por ele nasceu deste sentimento que nutria
por seu irmão Abel (Gn 3.4,5).
Saul quando viu que Davi era melhor guerreiro
que ele, intentou algumas vezes matá-lo (I Sm 18.7-11). Os irmãos de José, por
muito pouco, não o executaram (Gn 37.11,18).
Ainda assim o venderam para o Egito e lá ele poderia
ter morrido (Gn37.28,28; 39.19-20). Jesus também foi vítima da inveja dos
grupos religiosos de Sua época, que não satisfeitos com a graça que Jesus tinha
das multidões, eles procuraram matá-Lo (Mt 27.18; Mc 15.10).
A inveja pode
impedir o homem de entrar no céu
Dentre os muitos males que a inveja pode causar, o pior
deles é o de banir o homem para sempre da presença de Deus. Na lista de vícios
elencados por Paulo em Gálatas 5.22, a inveja está entre aqueles que o apóstolo
diz: "os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus" (Gl
5.21).Evidentemente que Paulo está falando para aqueles que vivem na prática
deste pecado e não estão dispostos a arrepender-se e abandoná-lo.
V – RESULTADOS DA ALEGRIA
Um rosto radiante. O proverbista nos diz que: “o
coração alegre aformoseia o rosto [...]” (Pv 15.13). Isto significa dizer que
os sentimentos interiores da pessoa são expressos no rosto ou pelas atitudes. O
cristão cheio de alegria do Senhor exibirá e comunicará essa alegria na
aparência exterior. Beacon (2006, p. 75) diz que “o cristão basicamente infeliz
é uma contradição. O Reino de Deus é caracterizado por alegria, junto com
justiça e paz” (Rm 14.17).
Um cântico de louvor
Quando o Espírito Santo produz no crente a virtude da
alegria, seu coração se enche de gratidão e sua boca de intenso louvor (Sl
45.1; Ef 5.19; Cl 3.16; Tg 5.13). Zacarias louvou a Deus pelo cumprimento da
promessa de Deus em sua vida (Lc 1.64-79); Maria alegrou-se pelo fato de ter
sido escolhida para ser a mãe do Salvador e agradeceu com cântico (Lc 2.46-55);
Simeão e Ana louvaram a Deus pela vinda do Messias (Lc 2.29-32).
A força divina
As tribulações da vida tendem a nos trazer desânimo e
tristeza (Jo 16.33), no entanto, a alegria como fruto do Espírito traz ânimo e
renova as forças do crente (Ne 8.10). Quando Jesus anunciou aos Seus discípulos
que iria deixá-los, a reação foi de imensa tristeza (Jo 16.16-20). No entanto, Ele
prometeu que o Pai enviaria outro Consolador e não os deixaria órfãos (Jo
14.16).
A palavra "Consolador" ("parácleto", no grego)
significa alguém chamado para ficar ao lado de outrem, com o propósito de
ajudá-lo em qualquer eventualidade. Ele nos assiste nas nossas fraquezas (Rm 8.26).
Conclusão
Precisamos
conservar em nós a alegria constante gerada pelo fruto do Espírito e que a
inveja que é obra da carne não tenha parte em nossas vidas e somente com a
alegria poderemos vencer todos os obstáculos que se levantam contra nós.
Vimos aqui um contraste entre a alegria cristã propciada pelo Espírito Santo e a inveja, oriunda da velha natureza. O cristão é uma nova criatura, no entanto, ele trava em si uma guerra contínua e naturalmente, poderá haver situações onde aflorem sentimentos como a inveja. Ter inveja indica que não estamos satisfeitos com o que Deus tem nos dado. A Bíblia nos diz que devemos estar satisfeitos com o que temos, pois Deus nunca vai nos deixar ou abandonar (Hb 13.5).
Para combater o sentimento de inveja, precisamos nos tornar mais como Jesus e menos como nós mesmos. Podemos fazer isso ao estabelecer um relacionamento pessoal com Deus. Podemos conhecê-Lo mais através de estudos bíblicos, oração e de ir à igreja. À medida que aprendemos a servir a outras pessoas ao invés de nós mesmos, nossos corações começam a mudar. “Não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus” (Rm 12.2).
Não deixe a alegria desaparecer. E não permita a inveja aparecer.
Tenha uma boa aula, no próximo domingo.
Viva vencendo com a alegria da salvação!!!
Abraços.
Seu irmão menor.
Nenhum comentário:
Postar um comentário