INVEJA, UM GRAVE PECADO
Lição 11 - 9/09/12
TEXTO ÁUREO = O coração com saúde é a vida da carne, mas a inveja é a podridão dos ossos” (Pv 14.30).
VERDADE PRÁTICA = O cristão verdadeiro não se deixa levar pela inveja e não age com maldade
LEITURA BIBLICA = I João 2: 09-15
INTRODUÇÃO
O que é inveja? É possível que esse sentimento maléfico seja usado para o bem? Invejar faz parte da condição humana? É algo natural? Responder todas essas perguntas é um desafio e tanto, se alcançado, terá se cumprido mérito “invejável”. Ôpa, olha a inveja ai! É que às vezes falamos dela de forma tão natural que de vilã, ela passa a ser boa moça. Mas de boa, ela não tem nada. Inveja é igual veneno: mata, despedaça, corrói a alma do invejado e do invejoso. Esse terrível pecado acontece por vezes de forma tão sútil que nem costumamos comentá-lo em nossos diários de bom viver. Ministérios entram em guerra por causa da inveja : “Como eles estão crescendo mais que nós”? Homens, mulheres e até crianças são vitimados por esse mal que tão de perto nos ronda.
A INVEJA NO PRINCIPIO DO MUNDO
Desejo de possuir o que outro tem (acompanhado de ódio pelo possuidor) Inveja - assunto considerado por muitos como “sentimento natural do ser humano, que todos têm, sendo, inclusive, benéfico para motivação de conquistas e disputas pessoais. Alguns até dizem que se a inveja for ‘branca’ (moderada) não há problema algum em tê-la.” Todavia, a palavra de Deus, que é nosso orientador e que nos mostra, sobretudo, Sua vontade, nos diz que a inveja é pecado e que trás grandes problemas para saúde emocional (Pv14: 30), além de conseqüências danosas ao relacionamento inter-pessoal.
Inconseqüente: O invejoso torna-se inconseqüente, pois não enxerga suas atitudes como desequilibradas e, ao invés de procurar a solução para seu problema, prefere criticar e hostilizar seu desafeto.
"Porque sabia que por inveja o tinham entregado" Mt 27:18
Movidos por inveja os fariseus perseguiram e tramaram à morte de Jesus. Eles não se conformavam com a perda de status provocada pelo Nazareno. Desde seu surgimento, os habitantes de Israel, olhavam “atravessado” para os lideres religiosos tão bem vestidos e requisitados.
A verdade é que Jesus havia se tornado muito mais importante que eles e aquilo era demais! Como, um filho de carpinteiro, que sequer estudara as Escrituras, estava chegando tão longe? Ele desmentia todo discurso “engessado” que ritualizava a salvação e exaltava as obras, discurso farisaico. Fariseu, havia se tornado sinônimo de hipócrita, o orgulho dos honoráveis mestres das sinagogas, havia recebido golpe mortal. Inchados de inveja sequer conseguiam dormir tranquilamente: Inveja, inveja era isso que o inimigo havia plantado no coração dos opositores de Jesus.
Por mais normal que possa parecer, sentir inveja é pecado, e pecado; destrói, mata. Se alguém se sente movido por inveja, esse “motorzinho” precisa ser convertido em moinho acionado pelo vento do Espírito Santo. A inveja faz com que anões, pareçam gigantes. Faz com que homens e mulheres capacitados, se entreguem a inércia. Inveja promove contendas, excita o ódio e exalta o furor. Inveja cobiça e ao cobiçar estamos nos mostrando insatisfeitos com o que temos: inveja é murmúrio, não agrada a Deus. Esse mal está presente no homem desde sempre e foi a causa do primeiro homicídio na Bíblia: Caim matou Abel por inveja. Ele não se conformou que a oferta do irmão fosse melhor e mais agradável a Deus que a sua. A priori, o coração de Abel era mal e a inveja morava nele (Gn 4:8). Não deixe a inveja morar em seu coração, expulse-a.“ Não cobiçaras nada do teu próximo” Ex 20: 17
Por inveja mataram Jesus Mt 27:8
A inveja faz com que desejemos ter o que não temos, sem fazer o que os outros fizeram para conseguir. Os fariseus queriam o status de Jesus, mas não se dispunham a renunciar suas condições de vida. Se admiramos alguém – é diferente de invejarmos- procuremos seguir seu exemplo. Não estou falando de perder a identidade para se tornar o outro, mas procurar agir da melhor maneira, para ser o melhor no que se submeter a fazer. Foi isso que Jesus transmitiu aos seus discípulos: “Se alguém quer vir após mim, tome sua cruz e siga-me” . Querem ser meus discípulos? Então façam o que eu lhes digo e o que eu faço. Não é difícil constatar o declínio sofrido pela Igreja nos últimos séculos, um dos fortes motivos para essa queda no padrão de vida cristão é: Não fazer o que Jesus diz, nem o que Ele faz. Pelo contrário: A Igreja inveja o mundo e dá as mãos a um estilo de vida oposto ao cristianismo. O marketing das grandes empresas, invadiu literalmente as instituições eclesiásticas, por que? Eu diria que há inveja nisso tudo.
MALDADE UMA AÇÃO MALIGNA = “Ao que cuida em fazer o mal, mestre de intrigas lhe chamarão" (Provérbios 24:8).
Há pessoas cujo negócio é praticar maldade. Eles cogitam, planejam e tramam maldades. São "inventores de males" (Romanos 1:30).
O ladrão estuda para descobrir um jeito de entrar numa casa despercebido. O assassino cuidadosamente planeja como matar alguém sem deixar pistas. O caloteiro procura descobrir maneiras para enganar uma pessoa inocente.
O estuprador reflete sobre planos para achar e atacar sua vítima sem ser preso. O batedor de carteiras considera vários ángulos de abordagem para conquistar seu alvo. Grandes mafiosos em prostituição e pornografia utilizam advogados caros para escapar das conseqüências dos seus atos.
"Viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicando na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração" (Gênesis 6:5). A situação geral da época de Noé ainda é o caso de muitas pessoas hoje em dia. Nem todos os pecados são premeditados, mas muitos malfeitores maquinam o mal todo o tempo (Provérbios 6:14).
A INVEJA LEVA A MALDADE = A explicação da maldade humana encontra-se nas Escrituras. A Bíblia diz: “E falou Caim com o seu irmão Abel; e sucedeu que, estando eles no campo, se levantou Caim contra seu irmão e o matou”. Gênesis 4.8. A primeira morte registrada não aconteceu por causa de velhice, doença ou acidente. Trata-se de um assassinato, não entre inimigos, mas dentro de uma mesma família. Irmão contra irmão. Assim como a queda foi a conseqüência da desobediência do ser humano a Deus, o primeiro crime decorreu da desobediência de Caim ao alerta de Deus: “... Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, Mas a ti cumpre dominá-lo”. Gênesis 4.7. Caim deixou o ciúme virar raiva e a raiva, assassinato. Se os homens não olharem para dentro de si e verem que são pecadores, precisando reconciliar-se com Deus, continuarão cometendo todo o tipo de maldade.
Independente de conhecimento ou posição. A Bíblia diz: “Por que do interior do coração dos homens saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios, os furtos, a avareza, as maldades, o engano, a dissolução, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura. Marcos 4.21,22. Somente entregando nossa vida à Cristo esta triste realidade interna pode ser mudada. A Bíblia diz: “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas passaram já passaram; eis que tudo se fez novo”. 2º Coríntios 5.17. Cristo muda a realidade interna do ser humano, o que se reflete na sua realidade externa.
A INVEJA E SUA CONSEQUÊNCIA
Sendo a inveja um ressentimento aninhado no coração do homem, conclui-se que o invejoso vive em torturas da sua alma, tendo em si a destruição de alguns bons princípios de vida (SI 73.2,3). A condição de vida do invejoso é marcada por reclamações, por expressões de revoltas visíveis no próprio rosto (Gn 4.5; I Rs. 21.4-7).
É a batalha interna do coração, por não ver seus intentos realizados. A luta continua e outros atos maus vão sendo levados a efeito, até que se consiga o proposto. Os meios usados, sejam quais forem, se justificam pelos fins propostos.
A Bíblia nos apresenta inúmeros exemplos das consequências causadas pela inveja e os seus integrantes. Eis alguns:
a) Abel é assassinado pelo próprio irmão, Caim, que, possuído de inveja, irou-se e, dolosamente, mesmo advertido por Deus (Gn 4.5-8), praticou um crime, tornando-se exemplo negativo para todas as gerações (Hb 11.4; I Jo 3.12 e Jd 11);
b) Isaque é expulso de Gerar por ter se enriquecido (Gn 26.12-17);
c) Os irmãos de José tentam matá-lo e depois o vendem (Gn 37.11,20; 26-28; At 7.9);
d) Nabote é julgado e assassinado, sem ter o direito de defesa (I Rs 21.1 -16);
e) O próprio Cristo foi entregue pelos invejosos líderes religiosos (Mt 27.18);
f) Os apóstolos sofreram também, da mesma classe de pessoas, perseguições (At 5.17,18; 13.45).
A inveja conduz o ser humano a um miserável estado de vítima, impedindo-o de reparar suas próprias deficiências, corrigindo-as e se tornando capaz de conseguir, por meios lícitos, as mesmas condições de vida. O invejoso é governado por diretrizes por ele elaboradas, e não sob as normas divinas, pois de Deus está alienado. Da sua linguagem e modo de vida, a prática da Lei Áurea estabelecida por Deus, registrada em Deuteronômio 6.5, Levítico 19.18 e Mateus 22.37-39, não faz parte, pois para ele Deus e o próximo não existem. Mas a pior conseqüência é a eterna, pois Paulo afirma: "São passíveis de morte os que tais coisas praticam" (v. 32).
NA VIDA DOS IRMÃOS DE JOSÉ = Com muita freqüência, surgem inveja e ciúmes entre aqueles com quem somos muito íntimos, e isso torna ainda mais devastador o potencial para graves consequências. Realmente, uma grande quantidade de agressões (físicas ou psicológicas) e inveja existe hoje dentro do círculo familiar e, freqüentemente, na raiz desse problema está a rivalidade entre os membros da família.
Pense na história de José. Que atitude de seus irmãos os levou a cometer esse crime tão grave? Qual foi o papel da inveja? Gn 37:1-36
É difícil acreditar que esses irmãos pudessem ter sido tão cruéis. Eles também não pensaram no que suas ações fariam a seu pai. Sua inveja se tornou tão poderosa que prevaleceu não apenas sobre o bom senso, mas também sobre a decência e moralidade.
Que lição poderosa deve ser para todos nós quanto ao perigo potencial dessa emoção! Não é de estranhar que haja um mandamento inteiro dedicado a nos advertir contra ela (veja Êx 20:17).
Além de toda a dor que suas ações provocaram sobre si mesmos e sobre seu pai, eles também temeram o que José lhes faria depois da morte de seu pai, Jacó (Gn 50:15).
Mas a atitude de José não podia ter sido mais nobre, pois ele disse: “Não tenham medo. Estaria eu no lugar de Deus?” (v. 19). José entendeu que seu dever era perdoar os ofensores e confiar na misericórdia e justiça de Deus.
A vida de José tem sido comparada com a vida de Jesus Cristo. A inveja moveu seus irmãos a vendê-lo como escravo; alguns sacerdotes e anciãos tinham inveja de Jesus, e essa inveja alimentou suas ações contra Ele. José foi vendido aos pagãos; Jesus foi vendido a Seus inimigos. José foi acusado falsamente e enviado para a prisão por causa de sua virtude; Jesus foi acusado falsamente e rejeitado por causa de Sua justiça. José demonstrou nobre benevolência para com seus irmãos; Jesus, também, perdoou Seus inimigos. As más ações contra José, por fim, levaram para o bem; a mesma coisa aconteceu a Jesus, no sentido de que o mal feito contra Ele foi igualmente transformado em bem.
Que dor e sofrimento a inveja e os ciúmes – seus ou de outra pessoa — provocaram à sua vida? Que lições você aprendeu dessas experiências? Com que freqüência você também sentiu inveja a respeito de coisas que hoje parecem triviais e sem sentido? Que lição você deve aprender desses fatos?
NA VIDA DO CRENTE = “Uma cousa peço ao Senhor, e a buscarei: que eu possa morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida para contemplar a beleza do Senhor e aprender no seu templo”. Salmos 27:4
O texto acima está indicando que a igreja, o templo, é lugar de aprendizado. Mas a palavra “casa” significa eternidade. O templo, o lugar construído, e a escola preparatória do cristão, para que ele aprenda a viver com o Senhor, quando chegar na eternidade.
O que é inveja? Inveja é um misto de ódio, desgosto e pesar pelo bem e felicidade de outrem; é o desejo violento de possuir o bem alheio; é a invejar a prosperidade e a alegria de outra pessoa, porque ela possui algo que não possuímos (Dicionário Aurélio). Isto já é algo para atrapalhar na jornada cristã. Devemos fazer uso da arma mais importante par combatê-la, que é a oração, a fim de que a inveja não faça parte do nosso coração. Não queremos ser invejosos.
Qual é o tempo ou época em que a inveja se manifesta? Será numa determinada parte do ano? Será que a inveja ataca somente os pobres, que possuem pouca coisa? Ou só os ricos que querem cada vez mais? Todos nós vivemos sob a possibilidade de sermos atacados pela inveja. Daí, a grande necessidade da oração de entrega a Deus, para que Ele nos dê autoridade para expulsar a inveja quando ela se manifestar.
A inveja pode se manifestar a qualquer hora e em todo lugar. Na família, quando um irmão tem emprego melhor; quando uma irmã é feliz no casamento e a outra sofre com o marido; pode ser por causa do cabelo “cheio ou ralo”.
A inveja pode se manifestar a qualquer hora, muitas vezes por motivos fúteis. Os bens materiais são motivos de intensas manifestações de inveja por parte daquele que não foi contemplado com riquezas.
Outra área em que a inveja se torna notória é com respeito à graça natural.
Há pessoas que possuem capacidade para fazer amigos, para se expressar com facilidade, porque são dotados de individualidade excepcional. É o que chamamos de carisma pessoal.Essa capacidade de se sobressair e de liderança provoca inveja nos outros. Orientamos sempre a muitos, para que não contem suas vitórias para qualquer pessoas. O sucesso desperta a manifestação da inveja em pessoas de índole fraca e egoísta.
Sabemos pela Palavra de Deus que o Diabo só pode agir contra você quando ele ouve suas palavras de vitória ou de derrota. Ele não pode penetrar no seu pensamento, porque não é onisciente, ou seja ele não sabe todas as coisas. A Palavra de Deus nos diz: “ Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios” (Sl 141:3).
Diante do exposto, chegamos à conclusão de que o tempo em que a inveja se manifesta, não está restrito a apenas algumas circunstâncias mais fortes. A inveja estoura desde a nossa infância; a toda hora; todo dia; em todas as situações; no meio da família; no emprego. No relacionamento de amizade; no relacionamento amoroso; no relacionamento conjugal etc.
A DESTRUIÇÃO ADVINDA DA MALDADE COMO DESTRUIR – COMBATE-LA
NÃO ATRIBUA AOS OUTROS FRACASSOS DEVIDO A SUA NEGLIGÊNCIA = É muito
comum lançar culpa aos outros pelo fracasso que sofremos na vida. Existe pessoas que passa a vida toda atribuindo seus erros e fracassos aos outros. Foi isso que vemos revelado na vida de Caim. A história de maldade terminada em assassinato teve seu começo com essa justificativa. A raiva do seu irmão que ofereceu o melhor para Deus. Culpou seu irmão pela rejeição de Deus. Quantas pessoas frustadas com suas vivem culpando segundo e terceiros pela sua infelicidade. Agindo a semelhança de Caim.
Com isso gerando uma situação de magoa e revolta que acaba em confusão inimizade e tudo mais. Um problema gerando outro problemas mais complicados. Por causa da irresponsabilidade, da e negligência da própria pessoas.
NÃO ALIMENTAR SENTIMENTOS QUE NOS IMPEÇAM DE OUVIR A DEUS. = É comum primeiramente as pessoas agirem para depois refletir, é o caminho inverso, tem sida a constante em nossas vidas. Tanto é verdade que muitas reações e atitudes leva muitas pessoas a total destruição.
NÃO ALIMENTAR SENTIMENTOS QUE NOS IMPEÇAM DE OUVIR A DEUS. = É comum primeiramente as pessoas agirem para depois refletir, é o caminho inverso, tem sida a constante em nossas vidas. Tanto é verdade que muitas reações e atitudes leva muitas pessoas a total destruição.
Pensar antes de responder é revelar assim a sua ignorância. A Bíblia diz em Provérbios 15:28 “O coração do justo medita no que há de responder; mas a boca dos ímpios derrama coisas más.” Devemos manter os nossos pensamentos puros - porque as ações começam no coração. A Bíblia diz em Marcos 7:21-22 “Pois é do interior, do coração dos homens, que procedem os maus pensamentos, as prostituições, os furtos, os homicídios, os adultérios, a cobiça, as maldades, o dolo, a libertinagem, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a insensatez.” A Bíblia diz em Provérbios 23:7 “Porque, como ele pensa consigo mesmo, assim é; ele te diz: Come e bebe; mas o seu coração não está contigo.”
SE AGIRMOS ASSIM NA FAMILIA = NO TRABALHO = NA IGREJA ESTAREMOS DESTRUIRMOS TODA MALDADE.
Depois da nossa conversão, devemos deixar que o Espírito Santo mude a nossa forma de pensar. A Bíblia diz em Romanos 12:2 “E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.”
Devemos ter bons pensamentos para que as nossas ações sejam positivas e sábias. A Bíblia diz em Filipenses 4:8 “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.”
Devemos ter a mente de Cristo. A Bíblia diz em Filipenses 2:5 “Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus.”
CONCLUSÃO
É fato que se alguém é invejado é porque tem boas qualidades e está fazendo algo bom, pois ninguém é invejado por ter más qualidades ou desempenhar mal uma tarefa (Ecle 4:4).
José, Paulo, Jesus e outros personagens bíblicos foram invejados porque serviam a Deus e faziam bem àquilo que era Sua vontade. Entretanto, eles não desistiram de seus feitos por causa da inveja alheia, pelo contrario, prosseguiram fazendo aquilo que agradava a Deus. Mesmo perseguidos e maltratados sabiam que a resposta à inveja era fazer melhor aquilo que já estavam fazendo
A inveja é uma das maiores demonstrações de mesquinharia humana, causada pela queda no pecado. Os invejosos chegam a fazer campanhas de perseguição contra suas vítimas, as quais, na maioria das vezes, não têm qualquer culpa por haverem despertado tal sentimento nos invejosos. Geralmente os mal-sucedidos têm inveja dos bem-sucedidos.
Essa é uma tentativa distorcida para compensar pelo fracasso, glorificando ao próprio “eu” e procurando enxovalhar a pessoa invejada. Está baseada, portanto, na mais pura carnalidade. Muitas vítimas da inveja já descobriram que a melhor maneira de evitar o invejoso é fugir dele. Uma pessoa bem-sucedida não pode abandonar o seu sucesso, somente para satisfazer o invejoso, tornando-se um fracassado como ele.
Subsídio para o Professor
INTRODUÇÃO
A inveja significa antipatia ressentida contra outra pessoa que possui algo que não temos e queremos. É um pecado grave. Faz parte do rol das obras da carne exarado em Gl 5:19-21. “Carne” é a natureza pecaminosa com seus desejos corruptos, a qual continua no cristão após a sua conversão, sendo seu inimigo mortal. Aqueles que praticam as obras da carne não herdarão o reino de Deus(Gl 5:21). Por isso, essa natureza carnal pecaminosa precisa ser resistida numa guerra espiritual contínua, que o crente trava através do poder do Espírito Santo(ver Rm 8:4-14). Uma pessoa invejosa perturba-se com o sucesso dos outros. Não se alegra com o que tem, mas se entristece pelo que o outro tem. Um invejoso nunca é feliz porque sempre está buscando aquilo que não lhe pertence. Um invejoso nunca é grato, pois está sempre querendo o que é do outro. Um invejoso nunca tem paz porque sua mesquinhez é como um câncer que lhe destrói os ossos. Disse bem o sábio: “…a inveja é a podridão dos ossos” (Pv 14.30). Conta-se a seguinte história sobre a inveja. “Uma serpente estava perseguindo um vaga-lume. Quando estava a ponto de comê-lo, o vaga-lume disse: ‘Posso fazer uma pergunta?’. A serpente respondeu: ‘Na verdade, nunca respondo a perguntas das minhas vítimas, mas, por ser você, vou permitir’. Então o vaga-lume perguntou: ‘Fiz alguma coisa a você?’. ‘Não’, respondeu a serpente. ‘Pertenço à sua cadeia alimentar?’, perguntou o vaga-lume. ‘Não’, ela respondeu de novo. ‘Então, por que você quer me comer?’, indagou o inseto. ‘Porque não suporto vê-lo brilhar’”. O invejoso se queixa de tudo e de todos, acredita que não conquistará o que o outro possui, não reconhece as suas habilidades e talentos, pois está e vive focado no outro; portanto, torna-se um eterno insatisfeito. Existem três tipos de inveja. O primeiro deles é a inveja autodestrutiva; é quando nos sentimos inferiores diante da aparência ou conquista de outras pessoas; quando nos sentimos incapazes e pobres por viajarmos de ônibus enquanto o nosso vizinho vai de automóvel, por exemplo.
O segundo tipo, o mais grave, é a inveja patológica, aquela que nos faz querer destruir aquele que invejamos. A primeira manifestação de inveja patológica está documentada na Bíblia, quando a perfeita comunhão de Abel com Deus leva Caim ao desespero e ao assassínio do próprio irmão.
O terceiro tipo é a inveja criativa que você sente e usa para conquistar o que deseja. Em vez de odiar o outro pelo que ele tem, tenta encará-lo como um exemplo a ser seguido. Por exemplo: um aluno conseguiu as melhores notas na disciplina; este tipo de inveja pode ajudar a melhorar as notas para superar o outro; estimula a se aprofundar nos estudos para conquistas de melhores empregos. Só que este tipo de inveja pode incorrer numa medida de insatisfação sem fim, numa busca infindável por bens; quanto mais tem mais quer; a medida da suficiência numa chega ao fim; é um eterno insatisfeito. Portanto, qualquer que seja o tipo de inveja é prejudicial a saúde espiritual do cristão, pois ela tem origem maligna. O invejoso não tem paz. Que Deus nos guarde!
I. A INVEJA NO PRINCÍPIO DO MUNDO
1. Inveja, um sentimento maléfico. A inveja é definida como uma vontade frustrada de possuir os atributos ou qualidades de outra pessoa. É o tipo mais antigo de pecado e afeta a saúde física, social e espiritual (Pv 14:30). De acordo com o Dicionário Vine, editado pela CPAD, a inveja “originou-se da fracassada tentativa de Satanás de usurpar os atributos divinos”. Ele permitiu que o orgulho e egoísmo dominassem seus pensamentos e ações, e logo o seu desejo foi o de ocupar o lugar de Deus. Ele queria ser maior que o Todo-Poderoso (Is 14:2-20), porém sua tentativa foi um fracasso e por causa disso foi determinado o seu destino: o lago de fogo e enxofre, ou seja, o inferno(Ap 20:10). A pessoa que permite que a inveja se instale no coração desenvolve uma compreensão equivocada de si e dos outros e nutre um sentimento maléfico de crítica, ódio e perseguição. No princípio da humanidade, a inveja causou a primeira morte em nosso mundo: Caim matou seu irmão Abel(Gn 4:5). Precisamos vencer esses maus sentimentos e nutrir o coração com o verdadeiro amor que vem de Deus. Os que amam a Deus não podem abrigar ódio nem inveja.
2. Inveja, uma ação maligna. A inveja é um pecado com grande poder de dominação. Um pessoa dominada pela inveja está sempre propensa a praticar maldade, que é uma ação maligna. Observe a advertência do Senhor para Caim: “Por que te iraste? E por que desmaiou o teu semblante? Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar”(Gn 4:6,7). Esta advertência do Senhor evidencia o perigo devido ao poder destrutivo e dominador da inveja. A consumação do homicídio não deixa dúvida. Uma pessoa tomada por inveja está vulnerável ao pecado, e dificilmente se livra de seu poder de dominação. O invejoso vai sendo tomado por uma série de outros sentimentos e atitudes, e esse descontrole pode levá-lo a praticar atos absurdos como no caso de Caim, que matou seu irmão. “A pessoa que pratica a maldade é naturalmente perversa e está sempre pronta a prejudicar e a ofender ao próximo”.
3. A inveja leva à maldade. Além de Caim, tomemos como outro exemplo a inveja de Saul. Embora tivesse, a princípio, uma disposição favorável a Davi, Saul se demonstrou depois muito hostil a ele, perseguindo-o com o propósito de o matar. Essa mudança não se deu de uma hora para outra, mas gradualmente, na proporção em que Saul nutria a inveja no coração. Aparentemente, o problema começou quando o aplauso popular desviou-se dele para Davi. Era-lhe muito pesaroso ver o nome de Davi em evidência, e o dele em aparente esquecimento. Por isso, passou a tê-lo como rival e inimigo. Esse problema sempre estará presente onde existirem pessoas com inveja. De Saul podemos compreender que a inveja produz uma série de sentimentos ruins como: baixa autoestima, ódio, suspeita, medo, culpa e ira. A consequência disso foi o afastamento de Deus, que Saul infelizmente experimentou.
II. A INVEJA E SUA CONSEQUENCIA
1. Na vida de Caim. A família é o ambiente em que mais vivemos durante os primeiros anos de nossa vida, consequentemente é natural que nossos primeiros grandes problemas também aconteçam ali. As dificuldades que ocorrem no relacionamento entre irmãos são muitas e marcam muitas pessoas. Talvez a maior luta esteja exatamente relacionada a disputas, diferenças de oportunidades (ou de habilidade para aproveitá-las). A crise na família de Adão é um bom exemplo de inúmeros dramas familiares na história da humanidade. Muitos conhecem a história dos irmãos Caim e Abel, filhos do primeiro casal da Terra, Adão e Eva. O resumo dos fatos é simples: Abel fez uma oferta aceitável ao Senhor, enquanto a oferta de Caim foi rejeitada. Isso trouxe profunda tristeza ao coração de Caim (Gn 4:2-5). Ele foi tomado por tamanha inveja que acabou por assassinar seu irmão. Entre a “concepção” do pecado e a prática de homicídio se deu algo realmente extraordinário, o próprio Senhor Deus foi ao encontro de Caim para adverti-lo do perigo iminente: “o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo”(Gn 4:7). Está escrito: “Pois, onde há inveja e sentimento faccioso, aí há confusão e toda espécie de coisas ruins” (Tiago 3:16). Talvez seja a hora de você fazer uma autoavaliação e observar se tem admirado ou sentido inveja do seu irmão ou do seu próximo.
2. Na vida dos irmãos de José. “E Israel amava a José mais do que a todos os seus filhos, porque era filho de sua velhice; e fez-lhe uma túnica de várias cores. Seus irmãos, pois, o invejavam“(Gn 37:3,11). “E os patriarcas, movidos de inveja, venderam a José para o Egito; mas Deus era com ele”(At 7:9). José, aos dezessete anos de idade, teve um sonho e contou a seus irmãos. Ele lhes disse: “Estávamos nós atando molhos no campo e eis que o meu molho, levantando-se, ficou em pé; e os vossos molhos o rodeavam e se inclinavam ao meu molho”. Responderam-lhe seus irmãos: “Tu, pois, reinarás sobre nós e deveras terás domínio sobre nós?”. Por causa dos seus sonhos e das suas palavras o odiavam ainda mais. Teve José outro sonho e o contou a seus irmãos, dizendo: “Tive ainda outro sonho; e eis que o sol, a lua e onze estrelas se inclinavam perante mim”. Os irmãos o odiaram por causa do sonho e seu pai repreendeu-o porque entendeu que, segundo o sonho, todos eles viriam a inclinar-se com o rosto em terra diante dele. Os irmãos de José, totalmente envolvidos pela inveja, decidiram matá-lo (Gn 37:18) e o teriam feito se Ruben, o primogênito, não lhes tivesse demovido o intento (Gn 37:18-21). A presença de José os incomodava. Por isso, não sossegaram enquanto não deram um fim nele. José perdeu, de um momento para outro, toda a sua posição privilegiada que tinha na casa de seu pai. Perdeu a “túnica de várias cores” e foi posto numa cova no deserto, uma cova vazia e sem água (Gn 37:24). Seus irmãos, insensíveis e cegos pelo ódio e pela inveja, comiam pão enquanto seu irmão estava a sofrer terrivelmente naquela cova. José estava só, abandonado pelos seus próprios irmãos. Em fim, venderam-no como escravo, por vinte siclos de prata a negociantes ismaelitas, que o levaram para ser vendido no Egito. Mas, será que os invejosos irmãos de José tinham paz? A história mostra que não. A inveja desvia o foco, conduzindo a energia da pessoa para o lado errado. É um sentimento ambicioso que não lhe permite vislumbrar o que está à sua frente nem o que lhe pertence. Por conta disso, pode gerar vingança, crimes, violência, enganos e maus-tratos, tudo pelo desejo de possuir o que o outro tem, de querer estar no lugar dele.
3. Na vida de Acabe, rei de Israel(1Rs 21:1-19). Vivemos em um mundo competitivo e cheio de atrativos para nossos olhos. Se o conceito de inveja - “desgosto ou pesar pelo bem ou pela felicidade de outrem” -, se aplicava bem para o caso de Caim, o conceito “desejo violento de possuir bem alheio” é bastante apropriado ao caso de Acabe. Nabote possuía uma vinha ao lado do palácio do rei Acabe (1Rs 21:1), e esse rei invejoso desejou ardentemente aquele bem. A sua mulher insana arquitetou a morte de Nabote a fim de atender a cobiça de Acabe. Inveja quase que se mistura com cobiça, um dos pecados registrados entre os dez mandamentos (Êx 20:17). Inveja não anda só, porém sempre muito mal acompanhada. Os diversos textos que tratam de inveja geralmente a colocam na companhia da maldade, da soberba, da mentira, do cinismo e da morte. O desejo despertado pela inveja é tão poderoso que acaba por tornar-se ocupação única do invejoso. Acabe não desejava mais comer, ou fazer qualquer outra coisa (1Rs 2:4). A combinação de pecados relacionados à inveja produz um veneno tão poderoso que ameaça de morte tanto as pessoas à sua volta como o próprio invejoso. Como no caso de Caim, o final da história foi o juízo de Deus sobre Acabe e sobre Jezabel. A cobiça do rei Acabe teve uma consequência ainda mais funesta do que toda a sua idolatria. Acabe e sua mulher Jezabel muito haviam irado o Senhor por causa da intensa idolatria e da quase substituição do Senhor por Baal como deus nacional do reino do norte. Entretanto, a morte de Nabote, planejada covardemente por Jezabel, motivada pela cobiça do rei Acabe, foi a “gota d’água” da ira de Deus. Por causa disto, Deus sentenciou toda a casa de Acabe à morte. Foi, portanto, a inveja e a cobiça o estopim da destruição de toda a grande e extensa família de Acabe (1Rs 21; 2Rs 10:1-14).
4. Na vida do crente. Quem tem inveja não consegue andar para frente, pois seu tempo é ocupado em tentar ser alguém que não é, em tentar impressionar seus pares, e até mesmo tentar privar o invejado daquilo que ele possui. Se falarmos de forma honesta, não há crente fiel que em algum momento de sua vida não tenha sentido desprazer pelo sucesso de outro crente. Isso pode acontecer como qualquer pessoa, pois ter nascido de novo não nos isenta de ser assaltados por sentimentos incompatíveis com nossa posição em Cristo. Nossa natureza humana está sujeita às propensões pecaminosas herdadas de Adão. A inveja é pecado, e de alguma forma, todos já tivemos um sentimento de desconforto por ver uma pessoa que tem mais talentos do que nós, que possui algo que desejamos ou que está em uma posição de destaque em que nós gostaríamos de estar. Isso faz parte da natureza humana. Entretanto, o crente não pode se deixar dominar por esse sentimento.
5. Um pecado que pode ser dominado. A maldade pode ser dominada. O próprio Deus insinua isso quando dá o conselho a Caim: “…mas sobre ele deves dominar”(Gn 4:7). Esse “maravilhoso conselheiro” informa à pessoa envolvida na atitude de inveja que é possível controlar o desejo indômito de praticar maldade, produzido pela inveja, e é tarefa humana (minha e sua) controlar essa situação. É muito importante que a pessoa acometida por inveja entenda o valor do seu papel na solução do problema. Ela precisa arrepender-se. Ela precisa ser ajudada a encontrar os motivos que a levaram a esse sentimento para poder superar os problemas e encontrar caminho de vitória. Não se trata de culpar os outros ou de julgar-se incapaz, mas de tomar para si a responsabilidade e, com a graça de Deus (e ajuda de alguém, quando necessário), encontrar o caminho mais adequado. No caso de Caim, ele fez a opção errada, chegando ao absurdo de matar seu próprio irmão. A consequência do ato foi o juízo de Deus sobre ele.
III. INVEJA NA IGREJA: ANANIAS E SAFIRA (At 4:36-5:11) O casal Ananias e Safira é o mais notável indicador de que a inveja tem real penetração na comunidade da fé, causando sofrimento na Igreja do Senhor Jesus. No princípio da Igreja muitos irmãos tomaram a decisão de venderem suas propriedades, trazendo o produto da venda aos apóstolos (At 4:32-35). Desse modo, ninguém passava por carência de produtos básicos de sobrevivência, pois os recursos eram distribuídos aos que tivessem necessidades. Uma das pessoas que compunham a igreja vendeu um campo e “depositou aos pés dos apóstolos” (At 4:36-37). O casal Ananias e Safira resolveu imitar a prática, porém não fez isso com o coração íntegro, mas com dolo e com a semente do engano (At 5:1-11). O caráter destrutivo dessa atitude movida pela inveja era evidente. 1. A inveja destrói o ambiente saudável da igreja. Mesmo levando em conta o registro da prisão de Pedro e João (At 4:1-22), pode-se dizer com segurança que a história inicial da igreja primitiva é bastante animadora até o final do capítulo quatro de Atos dos Apóstolos. O retrato que temos é de uma igreja com poder do Espírito Santo, sermões abençoados, muitas conversões e batismos, curas e uma belíssima comunhão dos salvos (veja At 4:32-35, novamente). O ambiente não poderia ser mais saudável. O início do capítulo cinco de Atos é como uma tragédia lamentável. A morte espetacular de Ananias, e depois de sua esposa, Safira, abrem caminho para um tempo em que, ainda que continuasse o crescimento e a manifestação da graça de Deus, experimenta-se sofrimento de diversas formas: prisão e perseguição (At 5:17-18), murmuração entre os crentes (At 6:1), martírio (At 7) e dispersão (At 8:4). 2. A inveja destrói a vida abundante dos membros da igreja. Além do mal que se destina à comunidade, a inveja produz danos irreparáveis na própria pessoa do invejoso. Ananias e Safira surgem como pessoas crentes, capazes de desenvolver diálogo entre si, membros da comunidade da fé e proprietários de bens. Eram abençoados e alcançaram a condição de ser bênção na vida da igreja, mas acabaram tornando-se problema para a igreja e trazendo a morte para si. “Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte” (Pv 14:12). Assim como nos casos de Caim e de Acabe, também no caso de Ananias e Safira o resultado foi juízo de Deus sobre cada vida. Isso serve de lição àqueles que ainda não se libertou desse sentimento maligno. 3. O invejoso pode ser ajudado. Em muitos casos, pessoas que frequentam nossas igrejas dão todos os sinais de que estão envenenadas pela flecha da inveja, mas poderiam ser ajudadas mediante um trabalho preventivo, ou até mesmo mediante a confrontação, como fez o Senhor a Caim. Uma boa conversa (em alguns casos, um bom acompanhamento) poderá ser útil a fim de evitar que a semente perigosa da inveja frutifique em árvore frondosa, com frutos venenosos. A igreja deve planejar estudos bíblicos e trabalhar para que todos os crentes tenham boa saúde espiritual, e vivam de modo a honrar o nome do Senhor - isso significa viver longe da inveja.
CONCLUSÃO
Há pessoas que servem de modelo para nossa caminhada pessoal, mas se não vigiarmos nosso coração, tais pessoas acabam sendo alvo de inveja, e não de admiração. Analise suas emoções, aprenda a admirar e não invejar a prosperidade, o sucesso, ou qualquer feito alheio. As conquistas devem inspirar-nos. Para conquistar, é preciso ter vontade, coragem, força, energia, integridade e confiança, percorrendo o caminho até à vitória. Infelizmente, os invejosos só veem o final, não analisam o processo. Conscientize-se de que o contentamento e a gratidão nos ajudam a ser pessoas não invejosas (1Ts 5:18).
Bibliografia:
William Macdonald - Comentário Bíblico popular (Antigo Testamento).
Bíblia de Estudo Pentecostal.
Bíblia de estudo - Aplicação Pessoal.
O Novo Dicionário da Bíblia - J.D.DOUGLAS.Comentário Bíblico NVI - EDITORA VIDA.
Revista Ensinador Cristão - nº 51 - CPAD.
Reconhecer e vencer a inveja - Série Vida Cristã(Conflitos da Vida, editora Cristã Evangélica).
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