10 junho 2012

Samuel Câmara quer apresentar liminar para cancelar a 5ª AGE da Assembleia de Deus


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O evento foi presidido pelo pastor José Wellington na cidade de Rio Largo, Alagoas


O pastor Samuel Câmara, por meio de seu advogado, vai entrar com uma liminar para cancelar a 5ª Assembleia Geral Ordinária da Convenção Geral das Assembleia de Deus do Brasil (CGADB) que aconteceu em Alagoas entre os dias 6 e 8 de junho.
Mesmo sem ter pautas ligadas à eleição da CGADB, o pastor da AD de Belém quer ter voz nas decisões da AGE para poder votar nas alterações dos estatutos.
Para poder aprovar cada pauta da AGE é necessário ter dois terços de votos positivos no quorum, mas pelas contas de Samuel Câmara ele tem quase a metade dos pastores como aliados.
Mais de 2,2 mil pastores estavam inscritos, mas menos de 2 mil compareceram, como cerca de mil pastores são aliados de Câmara o plenário não poderia ter os votos de dois terços para realizar as aprovações, pois Silas e sua base aliada votariam contra.
Os temas votados dizem respeito apenas à alteração do Credo cristão das Assembleias de Deus e a inclusão dos parâmetros bíblicos referentes ao casamento entre homem e mulher. Ou seja, são assuntos de interesse geral que não deveriam intervir entre as questões eleitorais que envolvem ele e o atual presidente da CGADB, o pastor José Wellington Bezerra da Costa.
O pastor Antônio Mesquita relatou o caso em seu blog, Fronteira Final, e disse que a atitude casou grande desconforto entre os pastores presentes. “Durante a reunião de ontem à tarde, houve muito desconforto entre homens tementes e que não viam nenhum propósito na realização dessa AGE, em função das notabilizadas intolerâncias, por meio de atitudes que depõem contra qualquer cristão e que se agravam quando se trata de ditos ministros do Evangelho”, escreveu.


AGE decide mostrar a posição da Assembleia de Deus sobre assuntos polêmicos

 
Aconteceu na cidade de Rio Largo, em Alagoas, a 5ª Assembleia Geral Extraordinária (AGE) realizada pela Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil que reuniu mais de 2.000 pastores.
Ao longo do dia 7 de junho os pastores discutiram sobre diversos assuntos como as possíveis mudanças no credo das Assembleias de Deus do Brasil e também sobre a participação política da igreja.
Coordenados pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da CGADB, os pastores aprovaram a medida de enviar notas públicas para mostrar a posição da AD sobre temas polêmicos como a aprovação do aborto, a legalização das drogas e até mesmo sobre a união de pessoas do mesmo sexo.
“A nota oficial da CGADB tem que expressar a posição da entidade em relação a esses assuntos que estão no Congresso Nacional. A nota tem que ser lida no Congresso e publicada nos principais veículos de comunicação do País”, ressaltou.
Aproveitando a oportunidade, José Wellington discursou sobre os projetos de leis que vão de encontro aos interesses da família, dizendo aos pastores que é necessário que a igreja reaja contra esses projetos.
“Senhores obreiros, a família está ameaçada no Brasil. Querem acabar com a família em nome de um poder”, disse o pastor. “Querem retirar os termos pai e mãe dos documentos oficiais, oferecer cirurgias de mudança de sexo a partir dos 14 anos de forma gratuita e até acabar com o dia dos pais e das mães para não constranger os homossexuais”.
Além da Assembléia Geral Ordinária aconteceram cultos que contaram com a pregação do pastor-presidente das ADs e também do pastor Genival Bento. Alguns cantores da CPAD Music também estiveram presentes.

Pr.AntonioMesquita/Jornalista

Um comentário:

  1. esse homem quem eu nao chamo nem de pastor deveria procurar o lugar dele e se converter. samuel camara nunca foi crente, vai se converter sem noção

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