27 junho 2012

Revista francesa anuncia o fim de Bento XVI e sua relação com o Apocalípse


Num artigo anterior foi citado um trecho de uma entrevista de Bento XVI ao jornalista Antônio Socci do jornal Libero.
Andrea Tornielli
Cidade do Vaticano

Corre uma notícia que sem dúvida não passou desapercebida: o Papa está pensando em renunciar durante a primavera de 2012. Assim o confirmou o jornalista Antônio Socci do jornal Libero.

“Por agora,” escreve Socci, “ele está dizendo que isto pode ser verdade, mas espera que a história não chegue à imprensa. Porém, este rumor está circulando nas altas esferas do Vaticano e portanto, merece especial atenção. O Papa não recusou a possibilidade de sua renúncia quando cumpra 85 anos em abril de 2012 “. Socci lembra que a suposta notícia, é o mesmo que falou Ratzinger durante a entrevista de seu livro “Luce del mondo” (Luz do Mundo), quando, em resposta a uma pergunta do entrevistador Peter Seewald, disse: “Quando um Papa chega a uma consciência clara de que já não têm a capacidade física, mental ou psicológica para levar a cabo a tarefa que foi confiada a ele, então ele têm o direito, e em alguns casos, inclusive o dever de renunciar “. Por outra parte, em outra oportunidade, Bento XVI se perguntou se seria capaz de” suportar tudo, somente desde o ponto de vista físico.“

Passamos de abril, o Papa ainda não renunciou mas o Vaticano está em chamas. Digo isto porque os escândalos envolvendo pedofilia, fraudes financeiras e lavagem de dinheiro do narcotráfico no Vaticano são tão evidentes que a situação de Bento XVI se tornará insustentável e terá que renunciar.

Resulta que na Europa já começam a ventilar tudo que já se sabe sobre o Vaticano na mídia impressa e dá a entender que isto poderá acontecer a qualquer momento.

Na França foi publicado numa revista de astrologia, daquelas que muitas pessoas costumam comprar em todo o mundo nas bancas, que o satanás está no Vaticano, anuncia o fim de Bento XVI e que o Apocalipse se aproxima. Veja a capa da revista.
No site Journaux o leitor poderá conferir a sua tiragem e até adquiri-la por 2,70 euros –
Como a mídia geralmente costuma usar o sensasionalismo para vender jornal e revista sempre se fica com um pé atrás em relação ao que está sendo abordado. Mas neste caso, as evidências apontam que é muito provável que Bento XVI renuncie e que dê lugar a um outro Papa.
Como dito no artigo sobre o Vaticano e a lavagem de dinheiro, este blog não publica nada sobre profecias nem religião, mas os leitores que estiverem interessados sobre o próximo Papa,existe uma suposta profecia de São Malaquias, que fala de um último Papa chamado“Pedro o Romano”, o último Papa Illuminati escolhido para ser o Falso Profeta do Apocalipse 13:11-18 .

A revista foi vista no blog Rafapal.

Outra Matéria interessante:

 

A renúncia do papa Bento XVI


Por Roberto do Amaral Silva

O papa Bento XVI renuncia a um dos seus nove habituais títulos: o de “patriarca do Ocidente”. Ao abrir mão dessa honra, o líder da Igreja Católica tenta estreitar os laços com as igrejas ortodoxas, que surgiram do cisma de 1054. Mas é sabido que essas igrejas apresentam uma resistência muito forte, porque, à semelhança dos evangélicos, não aceitam a autoridade do papa. 

Além disso, os ortodoxos divergem de outras práticas da igreja romana. Seus padres se casam e constituem família. As comunidades locais gozam de relativa autonomia, pois não possuem um sistema hierárquico semelhante ao papado romano. Isso significa que a autoridade não é restrita aos bispos, mas abrange a comunidade de todos os fiéis. Não veneram imagens de esculturas, usam somente os ícones, que são pinturas de “santos” ou anjos, o que não deixa de ser idolatria.

Há quem diga que, ao renunciar ao título em referência, o papa deseja, na verdade, se apresentar como “patriarca universal”.

É uma pena que o papa tomou essa decisão, de renunciar a um título, movido mais pela diplomacia no seu esforço ecumênico do que pela orientação das Escrituras. Por que o chefe da Igreja não abriu mão de ser chamado “vigário de Cristo”? Para começar, é bom recordar que “vigário” significa “substituto”.

Utilizado por todos os bispos do Ocidente europeu até o século 12, o título “vigário de Cristo” passou, depois desse período, a ser usado apenas pelos papas, indicando, dessa forma, a plenitude do poder papal. Indo mais longe ainda, o papa Inocêncio IV (1243–54), na Idade Média, chegou a intitular-se “vigário de Deus”. Conforme Hans Küng, um dos antecessores, Inocêncio III (1179-80) preferia o título de “vigário de Cristo” ao de “representante de Pedro [...] e, como papa, via-se colocado entre Deus e a humanidade”.

Já no limiar do século 20, o papa Leão XIII (1878-1903), declarou o seguinte, na Constituição Cristã dos Estados: “A divina autoridade da Igreja é suprema em sua própria esfera porque a Igreja é o lugar-tenente de Deus na terra”(grifo meu). Ora, ser o lugar-tenente é ser o substituto de outrem. Logo, o que Leão XIII quis dizer é que a Igreja Católica está no lugar de Deus no mundo e o papa, como Pontífice Máximo, é como se fosse Deus em forma humana. Ou seja, é o substituto de Cristo no mundo.

Isso significa ter autoridade para revelar novas verdades. Daí o dogma católico da infalibilidade papal, definido em 1870, no Concílio Vaticano I e referendado no Concílio Vaticano II e no Catecismo da Igreja Católica, publicado pelo papa João Paulo II, em 1993. Nesse catecismo, lemos: “O papa, bispo de Roma e sucessor de S. Pedro, é o perpétuo e visível princípio e fundamento da unidade, quer dos bispos quer da multidão de fiéis. Com efeito, o romano pontífice, em virtude do seu múnus de vigário de Cristo e de pastor de toda a Igreja, possui poder supremo e universal. Ele pode sempre livremente exercer este seu poder”.

Se o papa é o fundamento da unidade, substituto de Cristo na terra e possui poder supremo e universal, conclui-se logo que toda a autoridade espiritual foi dada ao papa no céu e na terra.

Citando o documento Constituição Dogmática Lúmen Gentium, o catecismo ainda declara: “Quando, pelo magistério supremo, a Igreja propõe alguma coisa ‘a crer como sendo revelada por Deus’ e como ensinamento de Cristo, ‘é preciso aderir à obediência da fé tais definições’. Esta infalibilidade tem a mesma extensão que o próprio depósito da Revelação divina”(grifo meu).

Em outras palavras, se o magistério supremo está enfeixado nas mãos do papa, tudo o que é declarado por ele, na qualidade de “pastor e doutor”, aos fiéis é nova revelação e tem caráter doutrinário, pois o pontífice romano é infalível e o conteúdo desse ensino é entendido como revelação de Deus.

É redundante dizer que a denominação “vigário de Cristo” dada a qualquer líder eclesiástico não tem apoio bíblico. Jesus Cristo já alertara os discípulos do perigo da ostentação de certos títulos: “Mas vocês não devem ser chamados ‘rabis’; um só é o Mestre de vocês, e todos vocês são irmãos. A ninguém na terra chamem ‘pai’, porque vocês só têm um Pai, aquele que está nos céus. Tampouco vocês devem ser chamados ‘chefes’, porquanto vocês têm um só Chefe, o Cristo” (Mt 23.8-10, NVI).

Quanto ao título “vigário de Cristo”, só é cabível ao Espírito Santo, como declarou o Senhor Jesus: “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco” (Jo 14.16). Só o Espírito Santo é o substituto de Cristo. Nós, cristãos evangélicos, não estamos sozinhos nem órfãos da presença do Senhor Jesus, que declarou que estaria conosco — na pessoa do Espírito Santo — todos os dias, até o fim dos tempos (Mt 28.20).

Nota:
1 KUNG, Hans. A Igreja Católica: história essencial. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002, p.121.

ICP 

Comentário de Wáldson: Prezados leitores, como foi postado ontem sobre a  proposta do Vaticano em pedir um Líder mundial e um único Banco Central Mundial(leia AQUI), hoje posto para vocês que ainda não tiveram acesso ás informações, a mais nova estratégia do Papa Bento XVI: renunciar ao papado.

Na verdade, isso é muito pouco provável que venha a aconteçer, mas se de fato isso aconteçer, estaremos cientes de que a saída dele será uma estratégia para galgar um posto maior ainda. Vejam bem: a intenção do Catolicismo Romano sempre foi(desde quando era ainda só Império), a de conquistar todo o mundo para seu governo e com a Igreja Católica Apostólica Romana isso foi sendo um sonho realizado, inclusive, são poucas as nações que não aceitam o papado sobre sí.

Penso que, como estamos nos aproximando muito do arrebatamento da Igreja de Jesus, devemos estar bastante atentos a estes sinais que vêm aconteçendo no cenário mundial indicando o quanto as coisas já estão adiantadas para um governo mundial único e absoluto que será do Anti-cristo, conforme a santa Palavra de Deus nos assevera.

Pena é que, muitos crentes em Jesus, meus irmãos na fé, companheiros na caminhada e milhoões de outros, não têm interesse por aquilo que se passa diante de nós e até há alguns que nos ridicularizam quando tratamos de assuntos como esse.

Lamento a falta de discernimento e crença verdadeira na Palavra de Jesus sobre os sinais que antecederiam Seu retorno.

Convido a todos os irmãos a 'estarem com suas lâmpadas acesas', e tendo 'azeite em reserva', até que o  Noivo venha.

Meu sincero abraço a todos.

Vivam vencendo!!!

Seu irmão menor. 

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