26 junho 2012



O Pontífice Conselho para “Justiça e Paz” do Vaticano, presidido pelo cardeal Peter Turkson, propôs a criação de uma Autoridade Política Mundial e um Banco Central Mundial para favorecer “mercados livres e estáveis, disciplinados por um quadro jurídico adequado” frente a atual crise econômica e financeira.

Segundo explicado o dicasterio(sic) vaticano, esta Autoridade deveria ter “um horizonte planetário” à serviço “do bem comum”, embora tenha precisado que esta autoridade “não pode ser imposta pela força, senão a expressão de um acordo livre e compartilhado” entre os países. “O exercício de uma autoridade assim terá que ser necessariamente super-partes”, destaca a nota publicada pela Rádio Vaticana.

Assim, a Santa Sede sublinhou que os governos “não deverão servir incondicionalmente à autoridade mundial” senão que, pelo contrário, deve ser esta autoridade “a que deve estar à serviço de todos os países membros, segundo o princípio de subsidiariedade”.

O Vaticano recordou que o objetivo desta autoridade será “criar mercados eficientes e eficazes para que não estejam protegidos por políticas nacionais paternalistas” e promover “uma equitativa distribuição da riqueza mundial” mediante “formas inéditas de solidaridade fiscal global”.

Não obstante, o Vaticano precisou que “ainda resta muito caminho por recorrer antes de criar uma autoridade pública com competência universal”, embora tenha lembrado que será necessária “uma prévia prática do multilateralismo”. Segundo indica, a Organização das Nações Unidas(ONU) seria a encarregada de criar esta autoridade mundial.

BANCO CENTRAL MUNDIAL

Além disto, o dicasterio vaticano destacou que a economia “necessita da ética para seu correto funcionamento” e recuperar também “o primado do espiritual e a ética”, assim como “medidas de taxação das transações financeiras, mediante quotas equitativas” para contribuir “com a constituição de uma reserva mundial e sustentar as economias dos países golpeados pela crise”.

Por isto, o Vaticano pediu que se proceda com a reforma “do sistema monetário internacional” para dar vida “a uma forma de controle monetário global” e sublinhou que o Fondo Monetário Internacional (FMI) “perdeu sua capacidade de garantir a estabilidade financeira global”.

Assim, a Santa Sede precisou que é necessário um organismo que desenvolva as funções de “um banco central mundial que regule o sistema das mudanças monetárias” e regule as atividades “bancárias e financeiras”.

Segundo explica a nota do dicasterio, a comunidade internacional deve criar um corpo legislativo “mínimo e composto de regras” para gerenciar “o mercado financeiro global”.

Obs.: Procure ler a fonte citada abaixo, no Google Chrome.


Comentário de Wáldson: Meus amados leitores, essa notícia ressoou para mim como uma bomba. O Anti-cristo está sendo não só esperado, mas também já anunciado pela maior autoridade dentre os homens aqui na terra, o papa.
Que esse 'iniquio', 'filho da perdição', 'homem da maldade', está por vir, todos os que crêm na Palavra sabem, mas quando uma grande autoridade divulga que 'precisamos' e faz a proposta, é por demais claro que TUDO está pronto de fato para o aparecimento desse homem.
O Vaticano afirmou que é necessário não só 'uma autoridade', como também 'um Banco Central Mundial', para por em ordens a finança mundial.
E como já se era de esperar, a Imprensa mundial não haverá de divulgar isso. Podem observar  que as diversas mídias não têm nenhuma intenção de divulgar essa noticia, porque isso poderia provocar um certo alarme na sociedade.
Se não fossem alguns sites cristãos que estão de olho nos fatos mundiais, talvez não teríamos estas informações.
Irmãos, estejamos atentos: Jesus muito breve há de nos buscar. Estejamos atentos, vigiando e orando, mantendo toda a perseverança.
Abraços.
Vivam vencendo!!!
Seu irmão menor.


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