07 julho 2011

Lição 2 – A Mensagem do Reino de Deus

10 de julho de 2011

Texto Áureo

“E dizendo: O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos, e crede no evangelho.” (Mc 1.15).
Jesus anunciou a inauguração de uma nova era de salvação, em que o arrependimento e crença no evangelho eram pré-requisitos, e o fim daquele tempo passado, especialmente os atos de salvação de Deus em favor de seu povo Israel, atingiram seu clímax no atual tempo de salvação nele.
Verdade Prática
O comportamento do cristão deve ser em tudo norteado pela mensagem do Reino de Deus.
Leitura Bíblica em Classe
Marcos 1.14-15; Mateus 5.3-12; Romanos 14.17
Leitura Diária
Segunda - Jo 3.3-5 - O novo nascimento e a entrada no Reino de Deus
Terça - Jo 18..H-36 - A natureza espiritual do Reino de Deus
Quarta - Mt 6.25-33 - Buscando o Reino de Deus em primeiro lugar
Quinta - Jo 15.16 - Ef 2.10 Frutificando no Reino de Deus
Sexta - Mt 5-7 - Os princípios eternos do Reino de Deus
Sábado – Rm 14.17 - O Reino de Deus é justiça, alegria e paz no Espírito Santo
Objetivos
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
- Compreender a verdadeira natureza do Reino de Deus;
- Conscientizar-se de que para se entrar no Reino de Deus é preciso nascer de novo, e
- Entender o real significado do Reino de Deus.
Palavra-Chave
- MENSAGEM: A Palavra do Senhor proclamada pelos suditos do Reino de Deus.
Comentário
(I. Introdução)
A mensagem do Evangelho do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo é uma mensagem muito simples, prática e direta: É chegado o Reino de Deus! O Reino de Deus (ou dos céus), no presente, significa ‘Deus intervindo e predominando no mundo, para manifestar seu poder, sua glória e suas prerrogativas contra o domínio de Satanás e a condição atual deste mundo. Trata-se de algo além da salvação ou da igreja; é Deus revelando-se com poder na execução de todas as suas obras’. Em seu ministério terreno, Jesus anunciou esta mensagem com simplicidade e autoridade; proclamou que o Reino é antes de tudo uma demonstração do poder divino em ação. Deus inicia seu domínio espiritual na terra, nos corações do seu povo e no meio deste, com poder (Jo 14.23; 20.22). Existe uma condição necessária e fundamental para se entrar nesse Reino: “Arrependei-vos e crede no evangelho” (Mc 1.15). Boa Aula!
(II. Desenvolvimento
I. A NATUREZA DO REINO DE DEUS
1. O Reino é espiritual.Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui’ (Jo 18.36). O quarto evangelho é o único a registrar estas palavras de Jesus. Perto do final do primeiro século, quando João estava escrevendo seu Evangelho, os cristãos frequentemente eram atacados com a acusação de que suas metas não eram espirituais, mas políticas. O Império Romano estava sendo preenchido com cidadãos renasnascidos de um reino celeste, mas a terminologia deles sobre o ‘Reino de Deus’ poderia ser mal interpretada. Portanto, João adota a expressão ‘vida eterna’ para mostrar tanto a nova qualidade de vida que Jesus Cristo trouxe para nós, quanto para descrever sua quantidade [1]. O diálogo entre Jesus e Pilatos esclarece a verdadeira natureza da realeza de Jesus e enfatiza sua relevância permanente. Jesus é um rei, mas não estabelecerá o seu reino pela força, seu reino e missão são fundados na verdade.
2. O Reino é pessoal. A Nova Aliança caracteriza-se por uma relação pessoal de cada crente com Deus (Mt 23.8; 1Ts 4.9; 1Jo 2.27; 5.20). Diferente do sistema sacrificial do Antigo Testamento, a morte de Cristo purifica a consciencia para que façamos a vontade de Deus (Hb 10.36; 13.21). A graça e a misericórdia caracterizam o novo concerto, Deus estabeleceu um novo relacionamento de testemunho pessoal com seu povo.
3. O Reino de Deus e seus princípios. Ser bem-aventurado é muito mais que um estado emocional representado pelo termo ‘feliz’. Inclui bem-estar espiritual, tendo a aprovação de Deus e, assim, um destino mais feliz. No sermão do monte, Jesus delineia os atributos primários das pessoas que recebem a regra do Reino que ele traz. Há nove referências diretas ao Reino pedindo: humildade (Mt 5.3), disposição esofrer perseguição (Mt 5.10), atenção sincera aos mandamentos de Deus (Mt 5.19), recusa em substituir comportamento genuinamente correto por falsa piedade (Mt 5.20), uma vida de preces (Mt 6.10,13), prioridade para os valores espirituais sobre os valores materiais (Mt 6.33) e, acima de tudo, reconhecimento da autoridade do Senhor ao obedecer a vontade revelada de Deus (Mt 7.21) [2].
Sinópse do Tópico (1)
As ações e atitudes dos súditos do Reino de Deus devem ser pautadas pelos princípios eternos das Sagradas Escrituras.
II. A NOVA VIDA DOS QUE FAZEM PARTE DO REINO DE DEUS
1. Nascer de novo. O novo nascimento não decorre de descendência física, do esforço humano ou da vontade humana, mas do poder soberano de Deus. Este é o maior dom que o homem pode receber do Eterno, a regeneração. Através do exercício de sua vontade, Ele nos gerou para uma nova vida. Pela Palavra da Verdade, que segundo Paulo é o Evangelho da Salvação (Ef 1.13). Da mesma forma que devemos nossa existência à palavra falada do Criador e ao sopro de vida, devemos nosso novo nascimento ao poder da Palavra de Deus e à ativação do poder do Espírito Santo. Este novo nascimento tem lugar através da ação do Espírito Santo que dá vida àqueles que estavam mortos em delitos e pecados (Ef 2.1). Esta obra é totalmente soberana e graciosa, mas a realidade da resposta humana em crer e receber nunca é revogada (Rm 9.18) [3].
2. Proclamar o Reino de Deus. João Batista tinha plena consciência da grandiosidade e glória daquele para quem preparava o caminho, pois anunciava que ele mesmo não era digno de desatar as correias das sandálias daquele que viria depois dele (Jo 1.27). Essa atitude de humildade se expressa nas palavras com as quais o evangelista reafirma que João Batista sabia que ele mesmo não era a luz. João Batista reconhecia seu papel de servo que preparava o caminho para o Senhor Jesus, e não buscava a glória para si mesmo. O seu prazer estava em anunciar a vinda do Messias e a exortar as pessoas para que andassem em retidão junto ao Pai. João, o Batizador, é o grande exemplo de crente compromissado com o seu chamado. Ele sabia que foi enviado a preparar o caminho para alguém maior, e esse trabalho de preparação para a chegada de alguém importante sempre envolve grande responsabilidade daquele que executa a função. O Senhor Jesus deve ser a prioridade em nossa vida, em nosso ministério, em tudo o que fazemos. Muitas vezes queremos aparecer mais, nos destacar e tomar o lugar que é devido somente a Ele. João não era a luz, mas veio para que testificasse da luz, a saber: a verdadeira luz que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem. Ele aponta e leva para a verdadeira luz, mas ele mesmo não é a luz [4].
3. Gerar frutos. A primeira iniciativa, a escolha original e salvadora, para que o homem pudesse gozar de intimidade outra vez com o Criador, foi do próprio Deus, que nos escolheu, e mais que isso, nos nomeou para que déssemos fruto (Jo 15.16). Isse é a atividade soberana de Deus, exercida sem violação do ato humano da decisão! O texto de João 15.16 utiliza a figura do ‘fruto’ para designar a santificação individual (Gl 55.22,23), bem como à eficácia na evangelização (Mt 13.3-8; Rm 1.13). “E, vendo de longe uma figueira que tinha folhas, foi ver se nela acharia alguma coisa; e, chegando a ela, não achou senão folhas, porque não era tempo de figos. E Jesus, falando, disse à figueira: Nunca mais coma alguém fruto de ti. E os seus discípulos ouviram isto” (Mc 11.13,14). A figueira sem frutos representava o Israel infrutífero. O profeta Jeremias (cap. 24), utiliza os figos para representar o juízo sobre Jerusalém. A maldição foi lançada sobre a figueira, não só pela falta de frutos, mas, principalmente, por causa de sua aparência enganosa. Podemos fazer um paralelo prático para compreender por que Jesus amaldiçoou a figueira que se achava infrutífera em decorrência da época. Em João 7.6, Jesus afirma que o tempo dos discípulos “sempre está pronto”; ou seja, após a conversão, todos estamos aptos a produzir frutos para o reino de Deus em qualquer tempo. Mas, muitas vezes, nos preocupamos tão somente em demonstrar (de forma aparente) que somos cristãos. E isso apenas, para Deus, não basta! Aqui, temos, ainda, uma correlação com o texto de João 15.1-5, que diz: “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador. Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto. Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado. Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim. Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” [5].
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Sinópse do Tópico (2)
Para fazer parte do Reino de Deus é necessário que o homem passe pela experiência do novo nascimento.
III. O QUE O REINO DE DEUS SIGNIFICA
1. Justiça. A expressão justiça de Deus tem confundido muitos teólogos há séculos. A justiça de Deus é o modo de Deus agir. Amor é a natureza de Deus, santidade é a disposição de Deus e glória é o próprio ser de Deus. Justiça, no entanto, é o proceder de Deus, Sua maneira e Seu método. Uma vez que Deus é justo, Ele não pode amar o homem meramente conforme o Seu amor. Ele não pode conceder graça ao homem meramente conforme Ele quer. Ele não pode salvar o homem meramente conforme o desejo do Seu coração. É verdade que Deus salva o homem porque o ama. Mas Ele deve fazê-lo de um modo que esteja de acordo com Sua justiça, Seu proceder, Seu padrão moral, Sua maneira, Seu método, Sua dignidade e Sua majestade. John Stott escreve sobre “A Revelação da Justiça de Deus’, baseado em Romanos 3: “Os versículos 21-26 constituem um bloco firmemente compactado, que o professor Cranfield acertadamente chama de "o centro e o cerne" do todo que constitui a parte principal da carta; á o Dr. Leon Morris diz que eles seriam "possivelmente o parágrafo mais importante que jamais se escreveu". A sua expressão-chave é "a justiça de Deus", expressão já considerada por nós quando ela ocorreu a primeira vez, em 1.17. Aqui, em 3.21, a tradução da NVI refere-se a uma justiça que provém de Deus, frisando dessa maneira a iniciativa salvadora que ele tomou a fim de conceder aos pecadores a condição de justos aos seus olhos. Os dois versículos (1.17 e 3.21) dizem que essa justiça foi "revelada" ou "manifestada". Os dois a apresentam como algo inovador, ao dizerem que ela se dá a conhecer ou "no evangelho" (1.17) ou independente da lei (3.21). Ambos, no entanto, a representam como um cumprimento das escrituras do Antigo Testamento, o que demonstra que não se trata de uma elaboração posterior da parte de Deus. E dos dois afirma que podemos ter acesso a ela pela fé. A única diferença significativa entre estes dois textos está no tempo em que são usados os verbos principais. De acordo com 3.21, uma justiça de Deus se manifestou, no pretérito perfeito, uma provável referência à morte histórica de Cristo e suas conseqüências, válidas até hoje, enquanto que em 1.17 a justiça de Deus é revelada (tempo presente) no evangelho, o que deve significar toda vez que ele é pregado. No versículo 22 Paulo volta a anunciar o evangelho, repetindo a expressão justiça de Deus, e agora acrescenta mais duas verdades a seu respeito. A primeira é que ela vem mediante a fé em Jesus Cristo para todos os que crêem. Além disso, ela é oferecida para todos porque todos têm necessidade dela. Não há distinção entre judeus e gentios nesse aspecto (conforme Paulo vem argumentando nos versículos 1.18 - 3.20) ou entre qualquer outro grupo humano, pois todos pecaram (hemarton - o passado cumulativo de todo mundo é resumido aqui pelo uso do tempo aoristo) e estão destituídos (um presente contínuo) da glória de Deus (230. Essa "glória" (doxa) de Deus poderia significar Sua aprovação ou louvor, que todos perderam; o mais provável, porém, é que seja uma referência à imagem ou glória de Deus, segundo a qual todos nós fomos criados as deixamos de viver de conformidade com ela. É claro que o pecado pode manifestar-se em diferentes níveis e dimensões; mas ainda assim ninguém chega sequer a aproximar-se dos padrões de Deus. Handley Moule expressa isso de maneira dramática: "A prostituta, o mentiroso e o assassino estão destituídos dela [da glória de Deus]; mas você também está. Pode ser que eles estejam no fundo de uma mina e você no cume da montanha; no entanto, tem tanta capacidade quanto eles de encostar nas estrelas. A segunda inovação contida nestes versículos é que agora, pela primeira vez, "uma justiça que provém de Deus" é identificada com a justificação: sendo justificados gratuitamente por sua graça...(24a). A justiça de (ou que provém de) Deus é uma combinação de três elementos: o caráter justo de Deus, a Sua iniciativa salvadora e a Sua dádiva, que consiste em conferir ao pecador a condição de justo perante Ele. Trata-se de Sua justificação justa do injusto, a maneira justa como Ele "justifica o injusto". Justificação é um termo legal ou jurídico, extraído da linguagem forense. O contrário de justificação é condenação. Os dois são pronunciamentos de um juiz. Dentro do contexto cristão eles são os veredictos escatológicos alternativos que Deus, como juiz, poderá anunciar no dia do juízo. Portanto, quando Deus justifica os pecadores hoje, está antecipando o Seu próprio julgamento final, trazendo até o presente o que de fato faz parte dos "últimos dias" [6].
2. Paz. A Paz do Senhor é a resposta imediata à oração por causa da ansiedade. As preocupações nos rodeiam, o medo é companheiro cotidiano, e a ansiedade toma conta de nós. Mas, como filhos do Pai das luzes e templo do Espírito Santo, temos um meio para escaparmos ilesos dessas mazelas que assolam o mundo: a perfeita paz de Deus que não espera por momentos perfeitos e certinhos para fazer morada em nosso coração.Coisas que não podem ser totalmente compreendidas podem, todavia, ser experimentadas em paz por aqueles que estão em Cristo - “Não andeis ansiosos de cousa alguma”.
3. Alegria. “Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo” (Rm 14.17). Segundo João, em Apocalipse 19.6-7, o Reino de Deus é regozijo, alegria e tempo para louvor da Sua glória! Está relacionada com o Fruto do Espírito (que é o caráter de Cristo): Todo discípulo de Jesus recebeu o Poder para ser feito filho de Deus, e este Poder é o Espírito Santo que habita nele e manifesta o Fruto do Espírito que é: Amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, mansidão, fidelidade e domínio próprio. Em que cada situação que passamos no nosso dia a dia, podemos exercitar todas as qualidades do caráter de Cristo nas nossas vidas - “Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo; pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo, para que também, na revelação de sua glória, vos alegreis exultando. Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus” (1Pe 4.12-14).
Sinópse do Tópico (3)
O Reino de Deus é justiça, paz e alegria no Espírito Santo.
(III. Conclusão)
Devemos fazer do governo soberano de Deus, e do correto relacionamento com Ele, a mais alta prioridade da nossa vida. Ao invés de nos gastarmos em busca de bens materiais a fim de saciarmos nossas vontades, carecemos dirijir nossa ‘ambição’ em 'buscar primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça'. Ele comprometeu-se a responder com lealdade: 'e todas essas coisas vos serão acrescentadas' (Mt 6.33). O Reino de Deus é antes de tudo uma demonstração do poder divino em ação. Deus inicia seu domínio espiritual na terra, no coração do seu povo e no meio destes – “Jesus respondeu, e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada” (Jo14.23).
"Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade." (1Jo 3.18)
N’Ele, que me garante: "Pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus” (Ef 2.8),
Francisco A Barbosa


Subsídio para o Professor


Introdução
Os escritos sagrados no livro do profeta Jonas, traz-nos a narrativa da incumbência dada ao mesmo de levar uma mensagem ao povo na cidade de Nínive (Jn 1:1-2). E no percurso de sua viagem de fuga, foi inquirido com varias perguntas, e entre elas há duas: Que tens dormente? (Jn 1:6), Que ocupação é a tua? (Jn 1:8), que faz se também necessárias para a atualidade, isto digo quanto aos portadores e responsabilizados para difundir a mensagem do reino de Deus. À vista da genuinidade e importância da inequívoca mensagem proposta, é oportuno fazer ressoar por vezes, aos ouvidos, o despertar para o auto-exame da autenticidade do que pregamos, do que ouvimos, do que absorvemos, e do que fazemos com que os outros ouçam e absorvam; esta auto analise de forma responsável no que diz respeito ao caráter e conduta cristã, nos levará ao dever de dar uma auto-resposta às mesmas perguntas, que com certeza nos levarão a outras. “Que tens dormente?”… É possível que tenha comodismo, falta de desejo, desanimo, irresponsabilidade, desobediência, medo, timidez, etc.. E todas estas como muitas outras levam para a situação de dormência espiritual. Tomando consciência da primeira pergunta; logo a segunda será espontaneamente respondida. “Que ocupação é a tua?” se a resposta responsável da primeira é de que não esta dormindo, então a resposta da segunda é: A minha ocupação é guardar e viver, e conseqüentemente proclamar mensagem do reino de Deus. Desperta tu que dormes (Ef 5:14) Medita estas coisas, ocupa te nelas (I Tim 4:15) Um corpo acordado, está com a plena capacidade para o exercício dos seus sentidos, e a assim exercitados para aquilo a que se propôs, deverá, na continuidade, manter a fidelidade da forma adquirida, afim de que se possa dizer: “A minha ocupação é o reino de Deus”. Lembrando que todo o nosso aprendizado vem de nosso Senhor Jesus Cristo.
A pregação de João Batista anunciava a necessidade do arrependimento para receber o reino chegado, e o mesmo Jesus disse: “o tempo está cumprido, o reino de Deus está próximo, arrependei-vos e crede no evangelho”. (Mar 1:15) Vemos que a mensagem do ultimo dos profetas apontava para um mais poderoso que ele. João podia pregar o arrependimento, mas o mais poderoso pode tirar o pecado do mundo, e este também pregou a essência para o recebimento do reino de Deus; Jesus propagou arrependimento e credibilidade no evangelho.
A ação de arrepender-se se e crer são indissociáveis para a atuação do reino de Deus. Estas atitudes estão propostas a todos, sabendo que todos são igualmente capazes de compreensão e livres para escolher, se assim fazem ou não. Na proclamação de sua mensagem, Jesus deixa bem às claras a condição imutável para receber e passar a fazer parte do reino chegado; e vale lembrar que a propositura do evangelho, (Jesus sabia disto e para tanto os designou), esta também estendida aos ensinos dos apóstolos, e prova disto é: Aparição, manifestação, operação e cooperação do Senhor a eles e para com eles. Jesus mostra também a personalidade ou qualidade do reino chegado, e quanto a implantação, a pessoalidade do Reino de Deus, isto é, os resultados qualitativos, condições estas identificadas na natureza e existência espiritual, expressas na retidão, com o excelso poder de se fazer materializar na forma de homem, sem deixar de ser divino. Comprovando assim a possível e impar possibilidade de tornar existencial no ser humano, o estabelecimento do reino de Deus afim de que o governo divino tenha domínio no mortal; e só assim o mortal poderá revestir se em breve, da imortalidade. (I Cor 15:54)
No reino de Deus o Rei é o Senhor Jesus, e Ele mesmo em sua onipotência, onipresença e onisciência, é também o mestre por excelência, e se há um mestre há o discípulo; portanto todos os matriculados na fé salvadora por cristo Jesus são salvos, e logo são seus discípulos; mas como também são participantes de um reino, são súditos do reino de Deus; e aqui está a completude desta grandeza de glória a nós revelada por Jesus Cristo: Deus tem este reino para que os homens vivam nele e por ele.
Como discípulos, todos se dispunham ao aprendizado, e assim aprendem também a proclamar o evangelho a toda criatura com submissão e obediência, visto que nesta escola há a excelência de todas as matérias que nos ensinam a viver como súditos do reino de Deus, em submissão, obediência e dependência; é necessário entender que estamos em continuo aprendizado, lapidação e aperfeiçoamento. E como em todo reino tem princípios, no de Deus é diferente, os princípios e regras são inequívocos, imutáveis tendo como objetivo a pureza de seus participantes E aqui é importante ressaltar para a necessidade do entendimento de que este reino de Deus não se associa em hipótese alguma à forma humana de ser, agir, compor, não há emendas de, na lei, já foi tudo previamente estabelecido. Apenas aceitamos ou não. E se não o pecado jaz a porta, foi o que disse Deus a Caim.
Ao ler o sermão da montanha em Mateus 5 a 7identifica se os requisitos para a retidão de conduta, e ao finalizar, Jesus ressalva para que tipo de construção de casa espiritual está erigindo neste reino, em que está sendo fundamentada. Não haverá resultados eternos se edificar associado a forma humana de adaptação para as coisas divinas.
I - A Natureza do Reino De Deus
Um Reino Espiritual
O povo de Israel aguardava ansiosamente um governo político, que viesse liberta los do domínio Romano e estabelece o trono de Davi. Porem, a teologia deles estava mal interpretada, quando vislumbraram o material, o terreno. E foram engolidos pelo seu próprio engano. Não se vê no texto bíblico, possibilidade alguma de governabilidade humanamente politizada, por parte de Jesus quanto ao reino de Deus, embora seja Ele Rei dos reis, mas não foi este o objetivo especifico de sua vinda. Mas os Judeus entenderam assim, e fizeram em sua forma de entender, varias acusações contra Jesus. Quando Jesus estava perante Pilatos e posta a sua acusação de rei dos judeus, Ele respondeu: “O meu reino não é deste mundo, meu reino não é daqui” (Jo 18:36) Jesus deixa claro que o seu reino é dos céus, e tudo que é dos céus caracteriza o espiritual, hora se há reino animal, há também o espiritual; e como não haveria? Se os ensinos de Paulo nos mostram a existência de corpo espiritual, estes corpos são seres e precisam de governo, por isso e correto afirmar que: Sendo o reino de Jesus espiritual, atuará diretamente no homem espiritual vivo, e, contudo trazendo vida e vida em abundancia, abençoando também até o corpo mortal para que expresse a retidão proposta pelo espiritual. Pois bem, como estamos tratando da coisa espiritual, invisível aos olhos do homem natural, mas visível pela fé, através do espiritual; somos sempre levados a compreender a natureza do reino de Deus como divina, eterna, justa. Portanto, propositora de valores que se opõe às sugestões supostamente interessantes e boas, oriundas do deus do presente século, que na verdade trazem continua e eterna destruição aos que a aceitam. Ao contestarmos e não aceitarmos as propostas malignas, não deve haver estagnação, antes uma busca com amor aos valores das coisas do reino; e saiba que esta busca e definida pela atitude, com esforço do individuo que tem em si o reino de Deus estabelecido, a saber: Buscar; Em suma, todo o conjunto do fruto do espírito em conhecimento, inteligência, oração, obediência e devoção.
Um reino Pessoal
As coisas de Deus são para o homem espiritual, pois este entenderá a atuação espiritual proporcionada pelo próprio Deus no homem. Ao ouvir pela palavra de Deus, a mensagem do arrependimento, é gerada a fé, e a pessoa é levada a uma mudança de vida. Há transformação, há regeneração. Há um novo e bom rumo de vida interior; sendo que desde então tais experiência, leva cada um pela fé, ser controlado, direcionado, guiado, orientado pelo Deus soberano através da ação sobrenatural do Espírito Santo. Tudo em sua vida, em relação a si mesmo e aos outros, passa a ser pautado na base dos princípios que são desde a eternidade, e constantes na palavra de Deus.
Passamos, portanto, desta forma, quanto a ser um reino pessoal, a te lo dentro de nós, ou seja, cada cristão genuíno é habitado pelo reino de Deus, e mais, está entre, pela sua fé no filho Jesus, o Rei. E agora muito mais, pois saímos do reino das trevas e fomos por Cristo, transportados para o reino do seu amor (Col 1:3)
Quanto A Pessoalidade do Reino
Segundo o dicionário de língua portuguesa, pessoalidade é a qualidade de pessoal; para tanto, trazemos neste tema este termo, para dizer que sendo o reino de Deus pessoal, ele gera para cada súdito, qualidades inerentes ao compota mento adequado e necessário de forma incondicional aos participantes do reino. Lembrando se que estas qualidade são sempre adquirida através da palavra de Deus produzindo frutos, primeiramente do interior que pode ser ou não exteriorizados, e quando há a exteriorização, passamos a produzir os frutos da expansão do reino. Exercitemos pois, a qualidade do autentico cristão, do autentico súdito, da autêntica terra que caiu a boa semente do reino. Este reino é um reino de geração de súditos espirituais. E por esta razão devemos preservar a qualidade da mensagem do reino de Deus, assim como ela é em si, e não produzir invencionices neo-testamentária, que de fato só trazem e trarão prejuízos, talvez irreparáveis, e a muitos.
O Reino De Deus E Seus Princípios
Para dispormos, quanto a interpretação do texto bíblico, a utilização adequada de definição ao termo principio é necessário trazer do seu significado a seguinte conclusão: (Começo, origem, fonte, conjunto de valores previamente identificados e irremovíveis pela exatidão de suas conseqüências, concitados ainda como: normas, preceitos, mandamento, regras) No texto do sermão da montanha (mat 5:1-12) está elencado o ativo continuo e irremovível, baseado na prévia existência do principio, isto é, o Justo que é desde toda eternidade: “Justo é o Senhor em todos os Seus caminhos, benigno em todas as Suas obras” (Sal. 145:17), entendemos por este texto que os caminhos ou resultados da bem aventurança já constavam na precedência divina antes da chegada do reino “O Meu Servo, o justo, com o Seu conhecimento, justificará a muitos, porque as iniqüidades deles levará sobre Si” (Isa. 53:11). “Nem permitirás que o Teu Santo veja corrupção!” (Atos 2:27). Em Cristo Jesus habita toda a plenitude, por isso todo principio tem origem Nele, inclusive o Seu reino de justiça e suas justas atribuições “Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas, porque todos os Seus caminhos são juízo; Deus é fidelidade, e não há nele injustiça: é justo e reto!” (Deut. 32:4). Este é o reino das garantias absolutas, em todos os aspectos vistos por Deus como necessidade primordial aos súditos do seu reino; e inserido está, e intrinsecamente caracterizado um estado ensejado pelo homem, isto é, o estado de ser feliz. Viver neste reino é desfrutar de antemão e em parte, o gozo da eternidade com Cristo e de sua glória que há de ser revelada.
II – A Nova Vida Dos Que Fazem Parte Do Reino De Deus
Nascer De Novo

A bíblia sagrada é enfática ao colocar a condição do homem que vive na pratica do pecado, como morto espiritual para Deus, “Porque o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, me enganou, e por ele me matou”. (Rom 7:11) “Nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça”. (Rom 6:13) “E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados (Efe. 2:1) Aquele que ainda não passou pela experiência do novo nascimento de fato está morto, e não ha exercicio dos sentidos espirituais inerenbtes aos que tem vida. O novo nascimento tem seu rapido processo de gestação no ouvir, arrepender se, e crer no evangelho. Concomitantemente e atuante traz o convencimento, isto é, a ação do Espirito Santo, na vida de todo o que cre. Nele, isto é, em Jeus fomos gerados de novo, nascidos para o novo reino, adquirimos nossa nova identidade, temos o registro de nascimento no céu, ou seja o novo nome que a nós a de ser revelado na subida para o nosso lugar, experimentamos ja das riquezas da glória de Deus. Somos alimentado com o pão vivo, temos a nacionalidade denominada: natos do novo reino, temos a honra: cidadão dos céus, adquirimos a condição de elementos portadores dos requisitos para transformação no arrebatamento da igreja, passamos para a condição de filhos e co herdeiros com Cristo. Não nos deixemos ser enganados por nós mesmos. O novo nascimento produz uma mudança de vida, (Efe. 4:23-32) Neste texto aos Efésios esta implicito o novo comportamento, isto é, a pessoalidade do reino divino. Por isso o Apostolo Paulo escreve: “E vos vestistes do novo que se renova segundo a imagem daquele que criou” (Col. 3:10) “Tal ciência é para mim maravilhosissima, tão alta que não posso atingir” (Sal. 139:6)
Proclamar O Reino De Deus
Visto que o objetivo da vinda do Senhor Jesus tem como alvo a salvação do pecador, livrando o da condenação eterna (Jo 3:16), temos por certo que este novo nascimento traz em seu todo a singularidade do reino de Deus, a proclamação de sua mesagem. Proclamar o reino de Deus aos homens é uma missão dada aos súditos (Mar 16:15) Esta pregação da mensagem do reino é em seu todo o viver as definições comportamentais estabelecidas pelo fundador do reino. Os súditos devem permanecer em plena obediência, não escandalizando em hipótese alguma, aqueles que desejam entrar no reino. Nas palavras de Jesus o escândalo é um pecado gravíssimo, devendo portanto ser evitado. (Mat 18:6)
A forma de pregação tem variedades e destaco pelo menos três: Verbal, escrita e testemunhal através do comportamento. A bíblia afirma que “Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta”, (Heb 12:1) Nós não conhecemos a individualidade da reação destas testemunhas, e dependendo das motivações somos capazaes, por um mal testemunho, levar uma pessoa a consequencias de perdição eterna. Urge uma pergunta, qual é o caráter da nossa pregação?
Gerar Frutos
Crente salvo em Jesus, tem em si, um continuo aperfeiçoamento, e este aperfeiçoamento é proporcionado no aprendizado da mensagem do reino e ação do Espírito Santo, levando o cristão ao fruto do espírito. E uma vez sendo o fruto do Espírito exercitado, somos impelidos voluntariamente á prática das boas obras, “as quais, Deus preparou para que andássemos nela” (Efe. 2:10) Encontramos no texto bíblico o ensino do auto-exame; e podemos fazer para saber se estamos gerando bons frutos, ou se estão anômalos, esta responsabilidade é fundamental na vida no reino de Deus. Uma das comprovações da existência do reino de Deus em uma pessoa, é o gerar frutos que podem serem vistos pelo salvo, por aqueles que o rodeiam, e inevitavelmente pelo Senhor e Rei.. Precisamos saber como é que estamos fazendo deixar edificar em nós mesmos a estrutura deste Reino; se está fundamentado em Cristo, é sólido, se está fundamentado somente nas coisas para esta vida, vai se desfazer. Busquemos pois gerar frutos dignos de súditos de um reino eterno e imutável, onde o seu Rei é eterno. Os frutos em nós gerados, transmitem àqueles que alcançamos uma irradiação da luz divina, provocando assim a expansão na proclamação do reino por intermédio da fé em cristo Jesus nosso Senhor, mediante a graça de Deus “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus”. (Efe 2:8)
A organização do Reino de Deus está alem da nossa tranliteração, o nosso vocábulo e pobre para expressar a grande plena constante de sua existencia; mas um dia assim como Ele é, nele participaremos plenamente.
III - O Reino de Deus Significa
Justiça

Esta é a justiça imutável, advinda unicamente da divindade suprema, ela jamais erra. Por isso, o pecador regenerado é justificado perante Deus, e neste ato a justiça divina nos é gratuitamente concedida pela fé em Cristo, mediante o sacrificio redentor, (Rom 3:21,25 ; 5:1; 8:33+34) a nossa justificação na pessoalidade de Cristo Jeus; ainda que os nossos feitos mereciam, mas o Senhor se doou por nós, e a cédula que era contra nós, foi rasgada na sua morte. Isto nos faz viver uma comunhão com Cristo, este elo de ligação entre salvador e pecador remido leva nos a testemunhar no amplo sentido dos aspectos do reino. Então nesta visão compreendemos mais um significado da justiça divina que é: A individualidade unida na coletividade dos suditos, leva à pratica do anelo da vontade divina no reino; aqui está portanto, a justiça do reino em sua reciprocidade em relaçao a Deus e ao próximo. Isto é, deixar extravasar os nosso atos de justiça dentro do reino. (Mat 5:13-16) Há uma classe de pessoas exercendo justiça do seu proprio entendimento e associando a. Como justiçade Deus.
Paz
A biblia sagrada mostra nos que a paz de Deus excede todo entendimento e guarda os corações e os sentimentos (Ef 4:7). Esta afirmação leva ao entendimeto que mesmo havendo, lutas perseguissões, tribulações, privações, contradições, gurras, pelejas… tudo o que estendemos querer nos fazer sofrer, a paz de Deus está acima de tudo, e sendo assim nestes momentos conflitantes, é possivel desfrutar a perfeita paz envolvendo nossas vida; mais uma garantia de vida feliz, pois os nossos sentimentos são guardados. A fé do crente é atingivel à essência de Deus e ele nos torna completos. Por ser a paz um elemento da natureza divina, ela habita no reino de Deus, por conseguinte, nos recebemos e fazemos parte do reino, então podemos desfrutar da paz gloriosa, envolvente, dissipante, invencivel, agradável, doce, perfeita… temos assim parte da natureza do reino em nós. Neste reino ha uma mensagem com garantias consistentes, uma mensagem de paz interior a ser levada e propagada ao mundo.
Os efeitos resultantes desta paz em nossas vidas, proporciona experiências inéditas a particularidade, provindas do reino de Deus, por isso tambem, devemos a cada momento, valorar a sublime mensagem deste reino maravilhoso. Ao descreve la em sua autenticidade, preservando sua identidade objetiva, estamos dando através das nossas atitudes, as suas devidas atribuições. E saibamos nós, que é uma responsabilidade tanto individual como coletivas de seus suditos. A mensagem de Jesus é simples e abragente: “Deixo vos a paz, a minha paz vos dou” (Jo 14:27) é um legado sim, deixado por Jesus para ser vivido.
Alegria
È um sentimento impresso no interior que extravasa atraves dos sentidos naturtais, e a condição para esta definição ao termo biblico. podemos dizer: é o contentamento em absoluto da existência de um reino pacifico e pacificador, onde mesmo que no homem natural haja descontentamento, contudo o espiritual é despertado para sobrepor em jubilo a certeza da presença de Cristo em excelência em sua vida. A fundamentação desta alegria ocorre pelo fato de haver uma comunhão, ou relacionamento sólido entre o crente e o Pai celestial, esta condição resume se na obediencia ao reino, e onde há obdiencia há confiança, na confiança há esperança, e a esperança, bilbicamente falando é motivo para alegria (Rom. 12:12), nada, em situação alguma, pode nos separar do amor de Deus, a alegria do senhor é a força dos seus suditos (Nem 8:10) O crente deve buscar a alegria do Senhor, e sendo ela alcançada deve ser exercitada através de canticos de louvores e adoração. Este estado de alegria pode prevalecer mesmo havendo aflições, visto que por fazermos parte de um reino de paz, é a nós assegurado as benécias do reino. O Espirito Santo é a pessoa que proporciona aos transportados para o reino, uma alegria indizivel. Podemos alegrar nos por muitas maravilhas recebidas, mas se em algum momento, nos sentirmos afligidos e parecer que está faltando alegria, lembremos nos que antes de tudo deve haver regozijo pelos nossos nomes escritos no livro da vida. Jubilemos em grade gozo pela qualidade inigualavel do reino a que pertencemos. Jubilemos e estejamos jubilosos
O reino de Deus e justiça, paz e alegria no Espirito Santo.
Conclusão
Na mensagem do reino de Deus estão inseridos os direitos e deveres do homem em relaçao ao reino: Arrepender se, Crer, Receber para si, Viver Na Pratica, Proclamar, Desfrutar Das Dádivas, Vivenciar a Comunhão Com Deus, Alegrar se no Reino e Viver Por Ele,Para Ele, Nele e Com Ele.



Notas Bibliográficas
[1]. Adaptado de Bíblia de Estudo Plenitude, Barueri, SP, Sociedade Bíblica do Brasil, 2001, Dinâmica do Reino, p.1096;
[2].Ibidem p. 952;
[3].Francisco A Barbosa em http://estudotextual.blogspot.com/2011/07/joao-113.html;
[4].Francisco A Barbosa em http://estudotextual.blogspot.com/2011/07/joao-18.html;
[5]. Extraído de “ICP Responde, http://www.icp.com.br/78responde.asp;
[6]. Extraído do texto A Revelação da Justiça de Deus, por John Stott, Comentário Sobre Romanos 3:21-26; http://www.monergismo.com/textos/comentarios/romanos3_21-26_stott.htm;

Os textos das referências bíblicas foram extraídos do site http://www.bibliaonline.com.br/, na versão Almeida Corrigida e Atualizada. 
Biblia de Estudo Pentecostal – CPAD
Biblia On Line
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